MP 526, aprovada na noite de ontem, manteve, no entanto, caixa preta sobre recursos usados pelo banco para financiamentos
O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira, financiamento de mais R$ 55 bilhões dos cofres federais para o BNDES, com aprovação da MP 526, que levantou a polêmica sobre a transparência dos empréstimos do Tesouro ao banco estatal e dos financiamentos dele a empresas privadas, sempre com recursos públicos. Emenda do senador Aécio Neves, aprovada na MP, garantiu que novos financiamentos só possam ser prorrogados mediante aprovação do Congresso.
O texto original do governo federal previa que a prorrogação poderia ser feita por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. A base governista, no entanto, ao aprovar a MP, manteve a falta de transparência sobre os recursos utilizados nos financiamentos.
A emenda exigia que o governo federal apresentasse como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo, já que a taxa cobrada é menor que a de mercado. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos.
“O cidadão não sabe que existe essa despesa nem de quanto ela é. Assim como também não é informado a ele como o BNDES usa exatamente esses recursos, ao financiar empresas privadas. Isso é uma verdadeira caixa-preta. A aprovação da emenda foi um avanço em relação ao que o governo federal pretendia. As prerrogativas de deputados e senadores não são nossas, mas dos cidadãos que nos elegeram. Não podemos abrir mão delas. Mas, infelizmente, com a aprovação da MP 526, a falta de transparência continua. E os cidadãos têm o direito de saber como são aplicados os recursos de seus impostos”, criticou o senador que, por estar de repouso por motivo de saúde, não pode comparecer à votação no Senado.
A emenda de Aécio Neves evitou que o Senado e a Câmara dos Deputados fossem mais uma vez usurpados de suas atribuições, perdendo a prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Desde o início das discussões sobre a questão, o senador ressaltou que o governo federal, que já insiste em legislar através de medidas provisórias, queria, com a edição da MP 526, impedir que o Parlamento participasse das discussões que afetam o desenvolvimento do país.
Restrição ao abuso
A constante edição de medidas provisórias, usurpando as funções do Congresso e prejudicando discussões sobre questões importantes para a sociedade brasileira, levou o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, a propor a criação de novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.
O senador propõe que seja criada uma comissão para analisar se uma as MP pode ou não ser aceita pelo Congresso; que haja prazos determinados para que Câmara e Senado analisem as medidas provisórias e ainda que elas só tratem de um único tema, pondo fim ao chamado “contrabando de matérias”. A proposta encontra-se em fase de discussão no Senado
Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526
Emenda Aprovada
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”
Emenda Rejeitada
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º – Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Aécio Neves diz que exemplo de José Alencar deve inspirar novas gerações na política
“Nós precisamos de gente como José Alencar fazendo política, apresentando suas propostas, defendendo suas ideias e ajudando o Brasil avançar”, diz Aécio.
O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves participou, nesta quinta-feira (31/03), da despedida do ex-vice-governador José Alencar, no velório realizado no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, sede histórica do governo do Estado.
Ao lado da presidente da República, Dilma Rousseff, do governador Antonio Anastasia e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Aécio Neves disse que José Alencar foi um homem de Minas em toda sua trajetória política e que seu exemplo deve inspirar as novas gerações do País no exercício da vida pública.
“Vi aqui hoje gente de todas as partes de Minas, gente simples, não apenas políticos, jornalistas que não estavam trabalhando. José Alencar tinha essa capacidade, de inspirar amizade, carinho e afeto. E que bom que ele, ao longo pelo menos nos últimos 20 anos, tenha sido um companheiro nosso na vida pública. Um homem de Minas. Acho que seu exemplo inspira outras gerações também. Nós precisamos de gente como José Alencar fazendo política, debatendo suas teses, apresentando suas propostas, defendendo suas idéias e ajudando o Brasil avançar”, disse o senador, após participar da cerimônia religiosa celebrada pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira, que reuniu familiares do ex-vice-presidente e diversas autoridades federais e estaduais.
Aécio Neves destacou que o ex-vice-presidente atuou como um construtor de pontes acima dos partidos políticos.
“Hoje o Brasil, e Minas em especial, está de luto fazendo homenagens a alguém que dignifica a atividade que nós exercemos. José Alencar é daqueles homens que compreendem a dimensão da política. Estamos vivendo um momento de convergência. Até nisso, até mesmo no seu passamento José Alencar continua sendo um construtor de pontes, aproximando as pessoas. Hoje, acima de partidos políticos, de governo ou oposição, somos todos brasileiros honrados de termos sido contemporâneos desse extraordinário homem público”, afirmou o ex-governador.
Parceria em favor de Minas
Aécio Neves acrescentou que “não existe na sociedade atividade mais digna que a política feita como fez José Alencar, com desprendimento, generosidade, com amor ao próximo. Ele destacou também as parcerias de trabalho que ele, como governador de Minas, e Alencar, então vice-presidente da República, fizeram na busca de investimentos federais para o Estado.
“Ao longo dos oito anos em que fui inquilino do Palácio da Liberdade, como governador do Estado, tive em José Alencar um grande parceiro. Nas grandes questões de Minas era ele o interlocutor junto ao governo federal na obtenção dos financiamentos, investimentos que precisávamos ter”, disse.
O ex-governador Aécio Neves citou, como exemplo dessa parceria, o trabalho junto ao governo federal para definição de Uberaba como sede de nova fabrica de fertilizantes da Petrobras.
“Isso só existe porque nós fizemos juntos uma reunião com a Petrobras que já havia dado um outro destino para essa importante fábrica que vai mudar o processo industrial de todo o Triângulo Mineiro. Ele, muito firme naquele instante, pegou o telefone e ligou para a então ministra da Casa Civil, hoje presidente da República, Dilma, e disse que não aceitaria que Minas Gerais, mais uma vez fosse bypassado, ficasse num plano secundário em relação aos investimentos da Petrobras. Aquele telefonema foi decisivo e, dias atrás, a presidente esteve em Uberaba, homenageando José Alencar, anunciando o início do projeto desse importante pólo de desenvolvimento”, lembrou Aécio.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves participou, nesta quinta-feira (31/03), da despedida do ex-vice-governador José Alencar, no velório realizado no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, sede histórica do governo do Estado.
Ao lado da presidente da República, Dilma Rousseff, do governador Antonio Anastasia e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Aécio Neves disse que José Alencar foi um homem de Minas em toda sua trajetória política e que seu exemplo deve inspirar as novas gerações do País no exercício da vida pública.
“Vi aqui hoje gente de todas as partes de Minas, gente simples, não apenas políticos, jornalistas que não estavam trabalhando. José Alencar tinha essa capacidade, de inspirar amizade, carinho e afeto. E que bom que ele, ao longo pelo menos nos últimos 20 anos, tenha sido um companheiro nosso na vida pública. Um homem de Minas. Acho que seu exemplo inspira outras gerações também. Nós precisamos de gente como José Alencar fazendo política, debatendo suas teses, apresentando suas propostas, defendendo suas idéias e ajudando o Brasil avançar”, disse o senador, após participar da cerimônia religiosa celebrada pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira, que reuniu familiares do ex-vice-presidente e diversas autoridades federais e estaduais.
Aécio Neves destacou que o ex-vice-presidente atuou como um construtor de pontes acima dos partidos políticos.
“Hoje o Brasil, e Minas em especial, está de luto fazendo homenagens a alguém que dignifica a atividade que nós exercemos. José Alencar é daqueles homens que compreendem a dimensão da política. Estamos vivendo um momento de convergência. Até nisso, até mesmo no seu passamento José Alencar continua sendo um construtor de pontes, aproximando as pessoas. Hoje, acima de partidos políticos, de governo ou oposição, somos todos brasileiros honrados de termos sido contemporâneos desse extraordinário homem público”, afirmou o ex-governador.
Parceria em favor de Minas
Aécio Neves acrescentou que “não existe na sociedade atividade mais digna que a política feita como fez José Alencar, com desprendimento, generosidade, com amor ao próximo. Ele destacou também as parcerias de trabalho que ele, como governador de Minas, e Alencar, então vice-presidente da República, fizeram na busca de investimentos federais para o Estado.
“Ao longo dos oito anos em que fui inquilino do Palácio da Liberdade, como governador do Estado, tive em José Alencar um grande parceiro. Nas grandes questões de Minas era ele o interlocutor junto ao governo federal na obtenção dos financiamentos, investimentos que precisávamos ter”, disse.
O ex-governador Aécio Neves citou, como exemplo dessa parceria, o trabalho junto ao governo federal para definição de Uberaba como sede de nova fabrica de fertilizantes da Petrobras.
“Isso só existe porque nós fizemos juntos uma reunião com a Petrobras que já havia dado um outro destino para essa importante fábrica que vai mudar o processo industrial de todo o Triângulo Mineiro. Ele, muito firme naquele instante, pegou o telefone e ligou para a então ministra da Casa Civil, hoje presidente da República, Dilma, e disse que não aceitaria que Minas Gerais, mais uma vez fosse bypassado, ficasse num plano secundário em relação aos investimentos da Petrobras. Aquele telefonema foi decisivo e, dias atrás, a presidente esteve em Uberaba, homenageando José Alencar, anunciando o início do projeto desse importante pólo de desenvolvimento”, lembrou Aécio.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Entrevista do senador Aécio Neves após posse no Senado Federal
Data da Entrevista: 01/02/2011
Senador, fale para os telespectadores da TV Canção Nova, como o senhor vê o Congresso após 8 anos de ausência.
Olha, volto com a consciência de quem cumpriu o seu dever. Governei Minas por 8 anos, inclusive com uma parceria muito importante com a Canção Nova. Fizemos de Minas um modelo de gestão pública que hoje inspira vários outros estados brasileiros, inclusive, espero que o tema da gestão pública de qualidade, que foi uma marca de nosso governo, possa ser em algum momento também a marca do governo federal. E o nosso papel agora é apresentar uma agenda que não seja apenas uma agenda do Poder Executivo, mas que seja uma agenda do país, uma agenda corajosa, de reformas, que nos permita enfrentar gargalos que impedem o Brasil de crescer hoje numa velocidade maior da que vem crescendo. Portanto, eu tenho muita confiança no papel da oposição, da nossa capacidade de somar forças, inclusive com setores da base, para fortalecer os municípios, para garantir recursos permanentes para a segurança pública, para educação de qualidade e para a saúde no país. Portanto eu assumo esse mandato muito animado e com muita disposição de encontrar convergências em torno daquilo que interessa efetivamente ao Brasil.
O senhor sabe que existe uma expectativa muito grande em relação a aqueles que iniciam um novo mandato, mas em especial ao senhor. O senhor sabe disso, não é?
Eu cumprirei meu papel de senador por Minas Gerais, mas alguém quer quer enxergar o Brasil não apenas pelo próximo mandato, mas pelos próximos anos. Nós não podemos permitir que o Congresso Nacional continue assistindo passivamente as ações do governo federal sem que tenha uma agenda própria. Cabe ao Congresso Nacional, com a pluralidade de sua representação, apresentar ao País uma grande agenda, e a oposição fará isso. Questões relativas à segurança pública, tratadas em verso e prosa pelo governo, mas sem ações consistentes, deverá ser uma das nossas principais preocupações. Um novo pacto federativo, com fortalecimento dos municípios e dos estados, será também objeto de nossa atenção. O meu objetivo é, ao lado dos outros colegas da oposição, construírmos nas próximas semanas um conjunto de propostas que serão discutidas com setores da base do governo para que possam ser implementadas por essa casa. Repito, nos últimos 8 anos o Congresso cumpriu quase que exclusivamente uma agenda do poder executivo, e por isso, não avançamos nas reformas fundamentais que permitiriam que pudéssemos estar crescendo de forma muito mais vigorosa do que vem crescendo hoje. Portanto, assumo esse mandato com enorme disposição de dialogar, de conversar, mas de buscar sempre convergências. Repito, o Congresso precisa ter postura altiva e construir uma agenda e não se submeter apenas a do Executivo
José Serra ou Sérgio Guerra para presidir o PSDB?
Esse assunto não está colocado.
Esse congresso não lhe parece muito próximo ao Executivo?
Ao longo dos últimos anos foi e isso é perverso para a própria democracia. Um congresso fragilizado é uma democracia fragilizada. O grande desafio desse congresso, e tenho conversado sobre isso com companheiros da oposição mas também com setores da base, é ter a capacidade e a altivez de construir a sua própria agenda. Quanto mais passivos nós ficarmos à espera de uma ação do Executivo, mais subalterno o Legislativo será. Eu tenho dito sempre que as reformas constitucionais precisam ocorrer em início de mandato, nos próximos meses. A nossa intenção é, dentro de no máximo 60 dias, apresentar a essa casa um conjunto de medidas que não são de interesse de um governo ou da oposição, são de interesse do Estado democrático, do país. E cabe a nós da oposição compreendermos que existem algumas questões, como as reformas política, tributária e o próprio pacto federativo, que ultrapassam governos e devem encontrar a nossa disposição firme de vota’-las e esperamos encontrar na base do governo também a independência necessária para votar matérias que podem não ser, eventualmente, prioridade do governo mas são prioridade da sociedade brasileira.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Senador, fale para os telespectadores da TV Canção Nova, como o senhor vê o Congresso após 8 anos de ausência.
Olha, volto com a consciência de quem cumpriu o seu dever. Governei Minas por 8 anos, inclusive com uma parceria muito importante com a Canção Nova. Fizemos de Minas um modelo de gestão pública que hoje inspira vários outros estados brasileiros, inclusive, espero que o tema da gestão pública de qualidade, que foi uma marca de nosso governo, possa ser em algum momento também a marca do governo federal. E o nosso papel agora é apresentar uma agenda que não seja apenas uma agenda do Poder Executivo, mas que seja uma agenda do país, uma agenda corajosa, de reformas, que nos permita enfrentar gargalos que impedem o Brasil de crescer hoje numa velocidade maior da que vem crescendo. Portanto, eu tenho muita confiança no papel da oposição, da nossa capacidade de somar forças, inclusive com setores da base, para fortalecer os municípios, para garantir recursos permanentes para a segurança pública, para educação de qualidade e para a saúde no país. Portanto eu assumo esse mandato muito animado e com muita disposição de encontrar convergências em torno daquilo que interessa efetivamente ao Brasil.
O senhor sabe que existe uma expectativa muito grande em relação a aqueles que iniciam um novo mandato, mas em especial ao senhor. O senhor sabe disso, não é?
Eu cumprirei meu papel de senador por Minas Gerais, mas alguém quer quer enxergar o Brasil não apenas pelo próximo mandato, mas pelos próximos anos. Nós não podemos permitir que o Congresso Nacional continue assistindo passivamente as ações do governo federal sem que tenha uma agenda própria. Cabe ao Congresso Nacional, com a pluralidade de sua representação, apresentar ao País uma grande agenda, e a oposição fará isso. Questões relativas à segurança pública, tratadas em verso e prosa pelo governo, mas sem ações consistentes, deverá ser uma das nossas principais preocupações. Um novo pacto federativo, com fortalecimento dos municípios e dos estados, será também objeto de nossa atenção. O meu objetivo é, ao lado dos outros colegas da oposição, construírmos nas próximas semanas um conjunto de propostas que serão discutidas com setores da base do governo para que possam ser implementadas por essa casa. Repito, nos últimos 8 anos o Congresso cumpriu quase que exclusivamente uma agenda do poder executivo, e por isso, não avançamos nas reformas fundamentais que permitiriam que pudéssemos estar crescendo de forma muito mais vigorosa do que vem crescendo hoje. Portanto, assumo esse mandato com enorme disposição de dialogar, de conversar, mas de buscar sempre convergências. Repito, o Congresso precisa ter postura altiva e construir uma agenda e não se submeter apenas a do Executivo
José Serra ou Sérgio Guerra para presidir o PSDB?
Esse assunto não está colocado.
Esse congresso não lhe parece muito próximo ao Executivo?
Ao longo dos últimos anos foi e isso é perverso para a própria democracia. Um congresso fragilizado é uma democracia fragilizada. O grande desafio desse congresso, e tenho conversado sobre isso com companheiros da oposição mas também com setores da base, é ter a capacidade e a altivez de construir a sua própria agenda. Quanto mais passivos nós ficarmos à espera de uma ação do Executivo, mais subalterno o Legislativo será. Eu tenho dito sempre que as reformas constitucionais precisam ocorrer em início de mandato, nos próximos meses. A nossa intenção é, dentro de no máximo 60 dias, apresentar a essa casa um conjunto de medidas que não são de interesse de um governo ou da oposição, são de interesse do Estado democrático, do país. E cabe a nós da oposição compreendermos que existem algumas questões, como as reformas política, tributária e o próprio pacto federativo, que ultrapassam governos e devem encontrar a nossa disposição firme de vota’-las e esperamos encontrar na base do governo também a independência necessária para votar matérias que podem não ser, eventualmente, prioridade do governo mas são prioridade da sociedade brasileira.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Emenda de Aécio Neves obriga governo a consultar Congresso sobre empréstimo ao BNDES
MP 526, aprovada na noite de ontem, manteve, no entanto, caixa preta sobre recursos usados pelo banco para financiamentos
O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira, financiamento de mais R$ 55 bilhões dos cofres federais para o BNDES, com aprovação da MP 526, que levantou a polêmica sobre a transparência dos empréstimos do Tesouro ao banco estatal e dos financiamentos dele a empresas privadas, sempre com recursos públicos. Emenda do senador Aécio Neves, aprovada na MP, garantiu que novos financiamentos só possam ser prorrogados mediante aprovação do Congresso.
O texto original do governo federal previa que a prorrogação poderia ser feita por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. A base governista, no entanto, ao aprovar a MP, manteve a falta de transparência sobre os recursos utilizados nos financiamentos.
A emenda exigia que o governo federal apresentasse como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo, já que a taxa cobrada é menor que a de mercado. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos.
“O cidadão não sabe que existe essa despesa nem de quanto ela é. Assim como também não é informado a ele como o BNDES usa exatamente esses recursos, ao financiar empresas privadas. Isso é uma verdadeira caixa-preta. A aprovação da emenda foi um avanço em relação ao que o governo federal pretendia. As prerrogativas de deputados e senadores não são nossas, mas dos cidadãos que nos elegeram. Não podemos abrir mão delas. Mas, infelizmente, com a aprovação da MP 526, a falta de transparência continua. E os cidadãos têm o direito de saber como são aplicados os recursos de seus impostos”, criticou o senador que, por estar de repouso por motivo de saúde, não pode comparecer à votação no Senado.
A emenda de Aécio Neves evitou que o Senado e a Câmara dos Deputados fossem mais uma vez usurpados de suas atribuições, perdendo a prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Desde o início das discussões sobre a questão, o senador ressaltou que o governo federal, que já insiste em legislar através de medidas provisórias, queria, com a edição da MP 526, impedir que o Parlamento participasse das discussões que afetam o desenvolvimento do país.
Restrição ao abuso
A constante edição de medidas provisórias, usurpando as funções do Congresso e prejudicando discussões sobre questões importantes para a sociedade brasileira, levou o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, a propor a criação de novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.
O senador propõe que seja criada uma comissão para analisar se uma as MP pode ou não ser aceita pelo Congresso; que haja prazos determinados para que Câmara e Senado analisem as medidas provisórias e ainda que elas só tratem de um único tema, pondo fim ao chamado “contrabando de matérias”. A proposta encontra-se em fase de discussão no Senado
Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526
Emenda Aprovada
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”
Emenda Rejeitada
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º - Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.
Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves
O Senado Federal aprovou, na noite desta quarta-feira, financiamento de mais R$ 55 bilhões dos cofres federais para o BNDES, com aprovação da MP 526, que levantou a polêmica sobre a transparência dos empréstimos do Tesouro ao banco estatal e dos financiamentos dele a empresas privadas, sempre com recursos públicos. Emenda do senador Aécio Neves, aprovada na MP, garantiu que novos financiamentos só possam ser prorrogados mediante aprovação do Congresso.
O texto original do governo federal previa que a prorrogação poderia ser feita por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. A base governista, no entanto, ao aprovar a MP, manteve a falta de transparência sobre os recursos utilizados nos financiamentos.
A emenda exigia que o governo federal apresentasse como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo, já que a taxa cobrada é menor que a de mercado. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos.
“O cidadão não sabe que existe essa despesa nem de quanto ela é. Assim como também não é informado a ele como o BNDES usa exatamente esses recursos, ao financiar empresas privadas. Isso é uma verdadeira caixa-preta. A aprovação da emenda foi um avanço em relação ao que o governo federal pretendia. As prerrogativas de deputados e senadores não são nossas, mas dos cidadãos que nos elegeram. Não podemos abrir mão delas. Mas, infelizmente, com a aprovação da MP 526, a falta de transparência continua. E os cidadãos têm o direito de saber como são aplicados os recursos de seus impostos”, criticou o senador que, por estar de repouso por motivo de saúde, não pode comparecer à votação no Senado.
A emenda de Aécio Neves evitou que o Senado e a Câmara dos Deputados fossem mais uma vez usurpados de suas atribuições, perdendo a prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Desde o início das discussões sobre a questão, o senador ressaltou que o governo federal, que já insiste em legislar através de medidas provisórias, queria, com a edição da MP 526, impedir que o Parlamento participasse das discussões que afetam o desenvolvimento do país.
Restrição ao abuso
A constante edição de medidas provisórias, usurpando as funções do Congresso e prejudicando discussões sobre questões importantes para a sociedade brasileira, levou o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, a propor a criação de novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.
O senador propõe que seja criada uma comissão para analisar se uma as MP pode ou não ser aceita pelo Congresso; que haja prazos determinados para que Câmara e Senado analisem as medidas provisórias e ainda que elas só tratem de um único tema, pondo fim ao chamado “contrabando de matérias”. A proposta encontra-se em fase de discussão no Senado
Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526
Emenda Aprovada
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”
Emenda Rejeitada
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º - Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.
Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Aécio Neves quer transparência nos empréstimos concedidos pelo governo federal
Senador apresentou emendas à MP 526, que trata de financiamentos ao BNDES
O senador Aécio Neves quer maior transparência nos empréstimos que o governo federal concede ao BNDES. Para isso, apresentou duas emendas à medida provisória (MP) 526, na pauta do Senado nesta semana. A medida trata, entre outras questões, de financiamento de R$ 55 bilhões do Tesouro Federal para o banco.
A primeira emenda exige que o governo federal apresente como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos. A segunda emenda, já aprovada na Câmara dos Deputados, prevê que a prorrogação do prazo para o financiamento deve ocorrer não por decreto presidencial, como está posto na MP, mas por lei, ouvindo-se, assim, o Congresso.
“Quando o Tesouro concede crédito do BNDES, como agora através da MP 526, ele o faz ao custo da taxa de juros de longo prazo (TJLP) que é de 6% ao ano. Mas o custo de financiamento do próprio tesouro é a taxa Selic, de 11,75%. Ou seja, há aí um subsídio de 5,42%, que, em relação ao empréstimo que se concede agora ao BNDES – R$ 55 bilhões -, totalizam R$ 15,8 bilhões. O governo não diz que existe esse subsídio nem de onde sairá esse dinheiro. Claro, será o cidadão, com seus impostos, quem vai pagá-lo, mas o governo federal parece temer indicar explicitamente isso no orçamento”, afirmou o senador Aécio Neves quando da apresentação das emendas em março.
Nova usurpação
A segunda emenda do senador Aécio Neves à MP 526 tem por objetivo principal evitar que o Congresso seja usurpado de suas funções. A medida provisória determina que a prorrogação do prazo do financiamento possa ser feito por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. Na avaliação de Aécio Neves, o governo federal retira, assim, do Parlamento sua prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Para evitar isso, a emenda do senador determina que a prorrogação deve ser autorizada por lei, ou seja, ouvindo-se o Congresso Nacional.
“É mais uma tentativa de tirar do Congresso sua função de discutir política e tecnicamente uma questão que afeta o desenvolvimento do Brasil, o uso do dinheiro com que a população paga seus impostos. O governo federal já insiste em governar por medidas provisórias, impedindo deputados e senadores de cumprirem o papel para o qual foram eleitos: legislar. Agora querem, através de uma MP, que nós autorizemos que não precisamos ser consultados para saber se um programa de financiamento pode ou não ser prorrogado”, critica o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, que está em discussão no Senado, criando novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.
Essa segunda emenda do senador Aécio Neves foi acolhida pelo relator da MP 526 na Câmara. Se aprovada como está, passará a vigorar como lei. Já a primeira emenda, só será aprovada se votada como destaque, o que obrigará a MP a retornar para a Câmara. A MP 526 tem que ser votada até o dia 1 de julho ou perderá sua validade.
Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526
Emenda aditiva
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º – Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.
Emenda Modificativa
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
O senador Aécio Neves quer maior transparência nos empréstimos que o governo federal concede ao BNDES. Para isso, apresentou duas emendas à medida provisória (MP) 526, na pauta do Senado nesta semana. A medida trata, entre outras questões, de financiamento de R$ 55 bilhões do Tesouro Federal para o banco.
A primeira emenda exige que o governo federal apresente como despesa no orçamento da União os gastos com subsídios embutidos no empréstimo. No texto original da MP, a existência desses gastos e a fonte de recursos para cobri-los não estão definidos. A segunda emenda, já aprovada na Câmara dos Deputados, prevê que a prorrogação do prazo para o financiamento deve ocorrer não por decreto presidencial, como está posto na MP, mas por lei, ouvindo-se, assim, o Congresso.
“Quando o Tesouro concede crédito do BNDES, como agora através da MP 526, ele o faz ao custo da taxa de juros de longo prazo (TJLP) que é de 6% ao ano. Mas o custo de financiamento do próprio tesouro é a taxa Selic, de 11,75%. Ou seja, há aí um subsídio de 5,42%, que, em relação ao empréstimo que se concede agora ao BNDES – R$ 55 bilhões -, totalizam R$ 15,8 bilhões. O governo não diz que existe esse subsídio nem de onde sairá esse dinheiro. Claro, será o cidadão, com seus impostos, quem vai pagá-lo, mas o governo federal parece temer indicar explicitamente isso no orçamento”, afirmou o senador Aécio Neves quando da apresentação das emendas em março.
Nova usurpação
A segunda emenda do senador Aécio Neves à MP 526 tem por objetivo principal evitar que o Congresso seja usurpado de suas funções. A medida provisória determina que a prorrogação do prazo do financiamento possa ser feito por ato do Poder Executivo, ou seja, por decreto presidencial. Na avaliação de Aécio Neves, o governo federal retira, assim, do Parlamento sua prerrogativa de influir nas decisões sobre a aplicação de recursos públicos. Para evitar isso, a emenda do senador determina que a prorrogação deve ser autorizada por lei, ou seja, ouvindo-se o Congresso Nacional.
“É mais uma tentativa de tirar do Congresso sua função de discutir política e tecnicamente uma questão que afeta o desenvolvimento do Brasil, o uso do dinheiro com que a população paga seus impostos. O governo federal já insiste em governar por medidas provisórias, impedindo deputados e senadores de cumprirem o papel para o qual foram eleitos: legislar. Agora querem, através de uma MP, que nós autorizemos que não precisamos ser consultados para saber se um programa de financiamento pode ou não ser prorrogado”, critica o senador Aécio Neves, relator da PEC 11, que está em discussão no Senado, criando novas regras para restringir o abuso de MPs por parte do governo federal.
Essa segunda emenda do senador Aécio Neves foi acolhida pelo relator da MP 526 na Câmara. Se aprovada como está, passará a vigorar como lei. Já a primeira emenda, só será aprovada se votada como destaque, o que obrigará a MP a retornar para a Câmara. A MP 526 tem que ser votada até o dia 1 de julho ou perderá sua validade.
Veja abaixo as emendas do senador Aécio Neves à MP 526
Emenda aditiva
Acrescente-se o art. 2º e renumerem-se os demais.
Art.2º – Os subsídios fiscais decorrentes desta lei serão a cargo do orçamento federal.
Parágrafo único – O Ministro de Estado da Fazenda divulgará, em até trinta dias da publicação desta lei, os valores previstos para os subsídios fiscais, para efeitos do caput.
Emenda Modificativa
Dê-se ao §8º do art. 1º da Lei nº 12.096, de 24/11/2009 (art. 1º da Medida Provisória) a seguinte redação:
“8º O prazo a que se refere o caput somente poderá ser prorrogado por Lei.”
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Aécio Neves afirma que PSDB está mais unido e pronto para enfrentar novos desafios
“Os brasileiros vão acordar amanhã sabendo que, mais do que nunca, o PSDB está unido e pronto para enfrentar os desafios que temos pela frente”, diz Aécio
O senador Aécio Neves foi recebido com aplausos, no início da tarde deste sábado, na Convenção Nacional do PSDB, em Brasília, que elegeu a nova Executiva do partido. Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do ex-governador José Serra, e do deputado federal Sérgio Guerra, reeleito presidente do partido, o senador comemorou a demonstração de unidade do partido e disse que os tucanos caminharão juntos na discussão de projetos para o país e na oposição ao governo do PT.
“Apostaram na nossa divisão, instigaram rupturas, disseram que o PSDB colocaria projetos pessoais individuais à frente da nossa responsabilidade para com o Brasil. Os brasileiros dos quatro quadrantes dessa nação vão acordar amanhã sabendo que mais do que nunca o PSDB está unido e pronto para enfrentar os desafios que temos pela frente, para reintroduzirmos também no governo federal a ousadia de Fernando Henrique, a seriedade do PSDB e os resultados que apresentamos”, afirmou o senador.
Aécio Neves discursou para um auditório lotado de lideranças entre elas os governadores eleitos do PSDB, deputados federais e estaduais e senadores tucanos e de partidos aliados, além de delegados e militantes de todo o país. Aécio Neves destacou a capacidade política do presidente Sérgio Guerra na condução e na defesa do partido e cumprimentou o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, pelo retorno aos quadros do partido à frente do Instituto Teotônio Vilela (ITV). Jereissati foi presidente do PSDB por duas vezes e encerrou, em 2010, seu mandato como senador pelo partido.
O senador ainda cumprimentou cada um dos integrantes do PSDB que participaram do processo de decisão para eleição da nova executiva e do novo diretório nacional e da presidência dos organismos partidários. Aécio convocou os tucanos a percorrer o Brasil levando o sentimento de união e seriedade bandeiras do partido.
“Cumprimento cada um daqueles que construíram a nossa unidade, dizendo que hoje é apenas um início de uma nova caminhada, com os olhos postos no futuro, com a certeza e o orgulho de que temos os melhores quadros e as melhores propostas. Vamos cada um de nós, governadores, deputados, senadores, vereadores, prefeitos do PSDB nos encontrar pelas ruas desse país afora pregando a seriedade e pregando o trabalho. Vamos juntos, rumo ao futuro e o futuro do Brasil é a vitória do PSDB”, disse.
Modernidade
Em seu pronunciamento Aécio Neves também destacou a importância do PSDB para o desenvolvimento e a modernização da economia do país e a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
“Ninguém inovou tanto nesse país como inovou o PSDB. Ninguém fez mudanças mais profundas nesse país como fez o PSDB. E se somos hoje um país melhor, e realmente somos, se somos um país moderno, se novamente voltamos a ser respeitados internacionalmente, se estamos diminuindo nossas diferenças regionais, tudo isso é consequência do que foi plantado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso com a estabilidade econômica, com a modernização da nossa economia e com a ousadia para fazer aquilo que os que estão hoje no poder não têm coragem de fazer”, disse.
Aécio Neves disse estar confiante na capacidade do partido em mostrar à população brasileira que o PSDB é a única alternativa política no país.
“O PSDB é uma obra coletiva. Que bom podemos dizer aqui hoje para o Brasil inteiro. Esse é um partido sem dono. O dono do PSDB é o povo brasileiro que acredita nas nossas propostas e que vai caminhar ao nosso lado nos desafios que estão por vir. Os quadros estão ai, mas mais do que os quadros talentosos e respeitados do PSDB, temos ideias, temos projetos”, disse.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
O senador Aécio Neves foi recebido com aplausos, no início da tarde deste sábado, na Convenção Nacional do PSDB, em Brasília, que elegeu a nova Executiva do partido. Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do ex-governador José Serra, e do deputado federal Sérgio Guerra, reeleito presidente do partido, o senador comemorou a demonstração de unidade do partido e disse que os tucanos caminharão juntos na discussão de projetos para o país e na oposição ao governo do PT.
“Apostaram na nossa divisão, instigaram rupturas, disseram que o PSDB colocaria projetos pessoais individuais à frente da nossa responsabilidade para com o Brasil. Os brasileiros dos quatro quadrantes dessa nação vão acordar amanhã sabendo que mais do que nunca o PSDB está unido e pronto para enfrentar os desafios que temos pela frente, para reintroduzirmos também no governo federal a ousadia de Fernando Henrique, a seriedade do PSDB e os resultados que apresentamos”, afirmou o senador.
Aécio Neves discursou para um auditório lotado de lideranças entre elas os governadores eleitos do PSDB, deputados federais e estaduais e senadores tucanos e de partidos aliados, além de delegados e militantes de todo o país. Aécio Neves destacou a capacidade política do presidente Sérgio Guerra na condução e na defesa do partido e cumprimentou o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, pelo retorno aos quadros do partido à frente do Instituto Teotônio Vilela (ITV). Jereissati foi presidente do PSDB por duas vezes e encerrou, em 2010, seu mandato como senador pelo partido.
O senador ainda cumprimentou cada um dos integrantes do PSDB que participaram do processo de decisão para eleição da nova executiva e do novo diretório nacional e da presidência dos organismos partidários. Aécio convocou os tucanos a percorrer o Brasil levando o sentimento de união e seriedade bandeiras do partido.
“Cumprimento cada um daqueles que construíram a nossa unidade, dizendo que hoje é apenas um início de uma nova caminhada, com os olhos postos no futuro, com a certeza e o orgulho de que temos os melhores quadros e as melhores propostas. Vamos cada um de nós, governadores, deputados, senadores, vereadores, prefeitos do PSDB nos encontrar pelas ruas desse país afora pregando a seriedade e pregando o trabalho. Vamos juntos, rumo ao futuro e o futuro do Brasil é a vitória do PSDB”, disse.
Modernidade
Em seu pronunciamento Aécio Neves também destacou a importância do PSDB para o desenvolvimento e a modernização da economia do país e a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
“Ninguém inovou tanto nesse país como inovou o PSDB. Ninguém fez mudanças mais profundas nesse país como fez o PSDB. E se somos hoje um país melhor, e realmente somos, se somos um país moderno, se novamente voltamos a ser respeitados internacionalmente, se estamos diminuindo nossas diferenças regionais, tudo isso é consequência do que foi plantado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso com a estabilidade econômica, com a modernização da nossa economia e com a ousadia para fazer aquilo que os que estão hoje no poder não têm coragem de fazer”, disse.
Aécio Neves disse estar confiante na capacidade do partido em mostrar à população brasileira que o PSDB é a única alternativa política no país.
“O PSDB é uma obra coletiva. Que bom podemos dizer aqui hoje para o Brasil inteiro. Esse é um partido sem dono. O dono do PSDB é o povo brasileiro que acredita nas nossas propostas e que vai caminhar ao nosso lado nos desafios que estão por vir. Os quadros estão ai, mas mais do que os quadros talentosos e respeitados do PSDB, temos ideias, temos projetos”, disse.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
Senadores de vários partidos destacam capacidade de articulação do senador Aécio Neves na aprovação da PEC que fortalece o Legislativo Federal
Senadores de vários partidos elogiaram a atuação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na condução do acordo que permitiu a aprovação, esta semana, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do projeto de Emenda Constitucional (PEC 11/11) que altera a tramitação das medidas provisórias no Congresso.
O relatório apresentado pelo senador Aécio Neves, aprovado por unanimidade, traz importantes mudanças nas regras de tramitação das MPs editadas pelo governo federal. Se aprovada, a PEC fortalecerá o papel do Legislativo na fiscalização das medidas tomadas pelo governo. Os avanços mais importantes propostos por Aécio Neves em entendimento com senadores de vários partidos, entre os quais o PT, são a criação de uma comissão permanente de 12 deputados e 12 senadores para verificar a admissibilidade das MPs e o impedimento de que vários assuntos diferentes sejam tratados numa única medida. Isso acabará com a prática atual dos chamados “penduricalhos” ou com o “contrabando legislativo”.
Ainda de acordo com o substitutivo, a Câmara terá 50 dias, a partir da admissibilidade, para examinar a MP; no Senado, o prazo será de 45 dias depois da votação da Câmara. Havendo emendas do Senado, os deputados terão mais 15 dias para novo exame do texto. Se, dentro de cada um desses prazos, a Casa que estiver examinando a MP não votá-la, a medida será arquivada.
O relatório do senador Aécio Neves foi aprovado por unanimidade e, ao final da votação, os senadores de vários partidos, da oposição e da base aliada do governo do PT destacaram a capacidade de articulação e a habilidade do senador mineiro de buscar o entendimento político, ao mesmo tempo em que recompôs de forma vigorosa as prerrogativas do Legislativo federal.
Depoimentos prestados na votação da PEC:
Senadores do PT:
Senador LINDBERGH FARIAS (PT – RJ) – “Parabenizo o Senador Aécio Neves por sua postura conciliadora, por entender que este não é um debate Situação x Oposição, mas que este é um debate de fortalecimento da Casa. Está de parabéns todo o Senado Federal”.
Senador JORGE VIANA (PT- AC) – “Faço aqui o reconhecimento – que o Senador Colega Aécio Neves tem com esse tema. Porque a Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2001, foi sim um gesto ousado de alguém, que era da base do governo, e que entendia que deveria se ter um tratamento adequado a uma matéria tão importante, ou a um instrumento tão importante e poderoso para o Executivo, mas que não poderia criar um constrangimento para as Casas Legislativas. E aí tivemos uma primeira modificação importante na tramitação e no uso de medida provisória”.
Senadora MARTA SUPLICY (Bloco/PT – SP) “ O Senador Aécio Neves teve um papel brilhante porque conseguiu não somente ser mais abrangente, conseguiu o que eu achava mais difícil além de conversar com a sociedade e ter também a contribuição dos juristas desta Comissão: ele conseguiu ter um entendimento com esta Comissão, com os membros desta Comissão, com o Líder do Governo> Acredito que todos nós ficamos bastante satisfeitos não com o ótimo impossível, mas exatamente com a sua habilidade, Senador Aécio Neves, de conduzir o que foi conduzido aqui. Isso mostra que, nas situações difíceis que teremos ainda que enfrentar nesta Casa, nós, Senadores e Senadoras, temos condições de chegar a um entendimento melhor para o nosso Congresso e para o Brasil”.
Senador JOSÉ PIMENTEL (PT – CE) – “São momentos como este em que o Congresso Nacional cresce e o Senado se afirma. Acredito que essa construção coletiva envolvendo as várias lideranças políticas demonstra o espírito que temos de, cada vez mais, oferecer um Congresso que funcione com mais rapidez e que atenda às demandas da sociedade. Portanto, fico muito feliz com esse acordo político coordenado pelo nosso Senador Aécio Neves em objeto da atuação de todos nós”.
Senador EDUARDO SUPLICY (PT- SP) – “Achei muito construtivo estabelecer-se uma energia positiva, certamente tendo em conta a iniciativa do Presidente José Sarney, mas também pela disposição do Relator, Senador Aécio Neves, de aprofundar o diálogo com os Senadores Jorge Viana e José Pimentel. Depois chegou o Senador Romero Jucá, que aprofundou o entendimento, já com a disposição de se chegar a um melhor entendimento. Tenho a convicção de que esse acordo histórico aqui realizado vai modificar a qualidade do debate que caracterizou a vida do Senado Federal sobre as medidas provisórias nestes 20 anos que eu aqui estou”.
Senadores do PSDB e do DEM:
Senador DEMÓSTENES TORRES (DEM – GO) - “Senador Aécio Neves, V. Exª se credencia, na minha opinião, como candidato a Presidente da República. E vou dizer por quê. Quero dizer o seguinte: gosto muito das palavras, mas gosto mais das ações. Como dizia Santo Agostinho, ora et labora, fala mais trabalha. V. Exª mostra na ação um trabalho prático que pacifica a Casa, com a ajuda de todos, e essa é a importância de um líder. Na minha opinião, V. Exª já veio aqui como líder, mas nasce, hoje, como líder da Casa”.
Senador ALOYSIO NUNES FERREIA (PSDB – SP) – “Cumprimentar o Senador Aécio Neves, que fez um extraordinário trabalho, que catalisou em torno de sua proposta uma vontade que estava latente no Senado de mudarmos o regime atual de edição e tramitação das medidas provisórias. Precisava ter alguém que pudesse costurar esse entendimento. Eu considero o Senador Aécio Neves uma pessoa que tem todas as qualidades políticas para ocupar qualquer cargo que queira – condições políticas e votos para isso. Mas eu queria nesse momento ressaltar o seu trabalho nessa emenda constitucional. E lembrar que o Senador já foi responsável, como Presidente da Câmara, por duas mudanças constitucionais da maior importância. O primeiro passo para uma contenção dos abusos das medidas provisórias por parte do Poder Executivo foi dado sob a liderança de Aécio Neves quando ele era Presidente da Câmara dos Deputados.
Também na Presidência da Câmara, o Senador Aécio Neves liderou a Câmara e depois o Congresso, para que nós pudéssemos alterar um dispositivo constitucional que fazia parte do nosso ordenamento jurídico desde a Constituição de 1824, que é aquele que exigia uma licença prévia da Casa que pertencia o Parlamentar, uma licença prévia para que ele pudesse se ser submetido ao processo penal. Essa mudança também se deve muito e essencialmente à liderança do Senador Aécio Neves”.
Senador ALVARO DIAS (PSDB – PR) – “Vou aproveitar para também aplaudir a competência com que se houve o Relator da matéria, o Senador Aécio Neves, que demonstrou toda a competência das Alterosas como grande articulador e que construiu o entendimento, envolvendo as lideranças do Governo”.
Senadores do PP:
Senador FRANCISCO DORNELLES (PP – RJ) – “Quero mencionar a competência, o entusiasmo, a profundidade do Senador Aécio Neves em enfrentar um problema tão delicado. Ele conseguiu uma negociação aqui que, realmente, eu não acreditava que tivesse tanto sucesso, e demonstrou, mais uma vez, a capacidade de somar, de aglutinar, que é uma de suas características”.
Senadores do PMDB:
Senador LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA (Bloco/PMDB – SC) –“Quero cumprimentar o Senador Aécio Neves, pela qualidade de articulação mais uma vez demonstrada. Voto na proposta, entendendo, como todos, que isso não é ainda o queremos para alcançar a plenitude dos poderes desta Casa. Mas é um avanço importante no caminho da construção de uma democracia adulta, de uma democracia madura, que seja coerente com o tamanho desta Nação”.
Senadores do PSOL:
Senador RANDOLFE RODRIGUES (PSOL – AP) – “Quero cumprimentar meu querido amigo do PSDB, Senador Aécio Neves, pela iniciativa, aliás, por duas iniciativas. A primeira delas, por ter aprofundado a proposta apresentada pelo Senador José Sarney. Depois, eu o cumprimento por ter funcionado, de fato, como Relator, por ter reunido as diferentes propostas que existiam nesta Casa, para aperfeiçoar a proposta da medida provisória, apresentando uma ótima síntese. Em especial, quero cumprimentá-lo, porque o senhor não quis ficar restrito aos muros do Congresso. O senhor nos convocou, chamou a OAB e a sociedade a participarem desse debate, declarando, claramente, que esse não é um debate do PSDB, nem do PSOL, nem dos Democratas, nem do PT, nem do PSB, nem de governo, nem de oposição, mas, sim, um debate do Brasil, um debate da afirmação do Congresso Nacional”.
Senadores do PSB:
Senador ANTONIO CARLOS VALADARES (PSB ‑ SE) – “Quero dizer ao nosso Relator, Senador Aécio Neves, que tem grande experiência legislativa porque foi Presidente da Câmara dos Deputados e lá pontificou como um dos Parlamentares mais atuantes, que a sua experiência serviu, sem dúvida alguma, para que chegássemos a um texto consensual, não só com o apoio da Oposição, mas, também, com o apoio do Governo . Quero elogiar o nosso Senador Aécio Neves, pela característica que tem, de homem pacificador, de um homem que sabe fazer política, que vem das Minas Gerais e está dando lições de política aqui”.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
O relatório apresentado pelo senador Aécio Neves, aprovado por unanimidade, traz importantes mudanças nas regras de tramitação das MPs editadas pelo governo federal. Se aprovada, a PEC fortalecerá o papel do Legislativo na fiscalização das medidas tomadas pelo governo. Os avanços mais importantes propostos por Aécio Neves em entendimento com senadores de vários partidos, entre os quais o PT, são a criação de uma comissão permanente de 12 deputados e 12 senadores para verificar a admissibilidade das MPs e o impedimento de que vários assuntos diferentes sejam tratados numa única medida. Isso acabará com a prática atual dos chamados “penduricalhos” ou com o “contrabando legislativo”.
Ainda de acordo com o substitutivo, a Câmara terá 50 dias, a partir da admissibilidade, para examinar a MP; no Senado, o prazo será de 45 dias depois da votação da Câmara. Havendo emendas do Senado, os deputados terão mais 15 dias para novo exame do texto. Se, dentro de cada um desses prazos, a Casa que estiver examinando a MP não votá-la, a medida será arquivada.
O relatório do senador Aécio Neves foi aprovado por unanimidade e, ao final da votação, os senadores de vários partidos, da oposição e da base aliada do governo do PT destacaram a capacidade de articulação e a habilidade do senador mineiro de buscar o entendimento político, ao mesmo tempo em que recompôs de forma vigorosa as prerrogativas do Legislativo federal.
Depoimentos prestados na votação da PEC:
Senadores do PT:
Senador LINDBERGH FARIAS (PT – RJ) – “Parabenizo o Senador Aécio Neves por sua postura conciliadora, por entender que este não é um debate Situação x Oposição, mas que este é um debate de fortalecimento da Casa. Está de parabéns todo o Senado Federal”.
Senador JORGE VIANA (PT- AC) – “Faço aqui o reconhecimento – que o Senador Colega Aécio Neves tem com esse tema. Porque a Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2001, foi sim um gesto ousado de alguém, que era da base do governo, e que entendia que deveria se ter um tratamento adequado a uma matéria tão importante, ou a um instrumento tão importante e poderoso para o Executivo, mas que não poderia criar um constrangimento para as Casas Legislativas. E aí tivemos uma primeira modificação importante na tramitação e no uso de medida provisória”.
Senadora MARTA SUPLICY (Bloco/PT – SP) “ O Senador Aécio Neves teve um papel brilhante porque conseguiu não somente ser mais abrangente, conseguiu o que eu achava mais difícil além de conversar com a sociedade e ter também a contribuição dos juristas desta Comissão: ele conseguiu ter um entendimento com esta Comissão, com os membros desta Comissão, com o Líder do Governo> Acredito que todos nós ficamos bastante satisfeitos não com o ótimo impossível, mas exatamente com a sua habilidade, Senador Aécio Neves, de conduzir o que foi conduzido aqui. Isso mostra que, nas situações difíceis que teremos ainda que enfrentar nesta Casa, nós, Senadores e Senadoras, temos condições de chegar a um entendimento melhor para o nosso Congresso e para o Brasil”.
Senador JOSÉ PIMENTEL (PT – CE) – “São momentos como este em que o Congresso Nacional cresce e o Senado se afirma. Acredito que essa construção coletiva envolvendo as várias lideranças políticas demonstra o espírito que temos de, cada vez mais, oferecer um Congresso que funcione com mais rapidez e que atenda às demandas da sociedade. Portanto, fico muito feliz com esse acordo político coordenado pelo nosso Senador Aécio Neves em objeto da atuação de todos nós”.
Senador EDUARDO SUPLICY (PT- SP) – “Achei muito construtivo estabelecer-se uma energia positiva, certamente tendo em conta a iniciativa do Presidente José Sarney, mas também pela disposição do Relator, Senador Aécio Neves, de aprofundar o diálogo com os Senadores Jorge Viana e José Pimentel. Depois chegou o Senador Romero Jucá, que aprofundou o entendimento, já com a disposição de se chegar a um melhor entendimento. Tenho a convicção de que esse acordo histórico aqui realizado vai modificar a qualidade do debate que caracterizou a vida do Senado Federal sobre as medidas provisórias nestes 20 anos que eu aqui estou”.
Senadores do PSDB e do DEM:
Senador DEMÓSTENES TORRES (DEM – GO) - “Senador Aécio Neves, V. Exª se credencia, na minha opinião, como candidato a Presidente da República. E vou dizer por quê. Quero dizer o seguinte: gosto muito das palavras, mas gosto mais das ações. Como dizia Santo Agostinho, ora et labora, fala mais trabalha. V. Exª mostra na ação um trabalho prático que pacifica a Casa, com a ajuda de todos, e essa é a importância de um líder. Na minha opinião, V. Exª já veio aqui como líder, mas nasce, hoje, como líder da Casa”.
Senador ALOYSIO NUNES FERREIA (PSDB – SP) – “Cumprimentar o Senador Aécio Neves, que fez um extraordinário trabalho, que catalisou em torno de sua proposta uma vontade que estava latente no Senado de mudarmos o regime atual de edição e tramitação das medidas provisórias. Precisava ter alguém que pudesse costurar esse entendimento. Eu considero o Senador Aécio Neves uma pessoa que tem todas as qualidades políticas para ocupar qualquer cargo que queira – condições políticas e votos para isso. Mas eu queria nesse momento ressaltar o seu trabalho nessa emenda constitucional. E lembrar que o Senador já foi responsável, como Presidente da Câmara, por duas mudanças constitucionais da maior importância. O primeiro passo para uma contenção dos abusos das medidas provisórias por parte do Poder Executivo foi dado sob a liderança de Aécio Neves quando ele era Presidente da Câmara dos Deputados.
Também na Presidência da Câmara, o Senador Aécio Neves liderou a Câmara e depois o Congresso, para que nós pudéssemos alterar um dispositivo constitucional que fazia parte do nosso ordenamento jurídico desde a Constituição de 1824, que é aquele que exigia uma licença prévia da Casa que pertencia o Parlamentar, uma licença prévia para que ele pudesse se ser submetido ao processo penal. Essa mudança também se deve muito e essencialmente à liderança do Senador Aécio Neves”.
Senador ALVARO DIAS (PSDB – PR) – “Vou aproveitar para também aplaudir a competência com que se houve o Relator da matéria, o Senador Aécio Neves, que demonstrou toda a competência das Alterosas como grande articulador e que construiu o entendimento, envolvendo as lideranças do Governo”.
Senadores do PP:
Senador FRANCISCO DORNELLES (PP – RJ) – “Quero mencionar a competência, o entusiasmo, a profundidade do Senador Aécio Neves em enfrentar um problema tão delicado. Ele conseguiu uma negociação aqui que, realmente, eu não acreditava que tivesse tanto sucesso, e demonstrou, mais uma vez, a capacidade de somar, de aglutinar, que é uma de suas características”.
Senadores do PMDB:
Senador LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA (Bloco/PMDB – SC) –“Quero cumprimentar o Senador Aécio Neves, pela qualidade de articulação mais uma vez demonstrada. Voto na proposta, entendendo, como todos, que isso não é ainda o queremos para alcançar a plenitude dos poderes desta Casa. Mas é um avanço importante no caminho da construção de uma democracia adulta, de uma democracia madura, que seja coerente com o tamanho desta Nação”.
Senadores do PSOL:
Senador RANDOLFE RODRIGUES (PSOL – AP) – “Quero cumprimentar meu querido amigo do PSDB, Senador Aécio Neves, pela iniciativa, aliás, por duas iniciativas. A primeira delas, por ter aprofundado a proposta apresentada pelo Senador José Sarney. Depois, eu o cumprimento por ter funcionado, de fato, como Relator, por ter reunido as diferentes propostas que existiam nesta Casa, para aperfeiçoar a proposta da medida provisória, apresentando uma ótima síntese. Em especial, quero cumprimentá-lo, porque o senhor não quis ficar restrito aos muros do Congresso. O senhor nos convocou, chamou a OAB e a sociedade a participarem desse debate, declarando, claramente, que esse não é um debate do PSDB, nem do PSOL, nem dos Democratas, nem do PT, nem do PSB, nem de governo, nem de oposição, mas, sim, um debate do Brasil, um debate da afirmação do Congresso Nacional”.
Senadores do PSB:
Senador ANTONIO CARLOS VALADARES (PSB ‑ SE) – “Quero dizer ao nosso Relator, Senador Aécio Neves, que tem grande experiência legislativa porque foi Presidente da Câmara dos Deputados e lá pontificou como um dos Parlamentares mais atuantes, que a sua experiência serviu, sem dúvida alguma, para que chegássemos a um texto consensual, não só com o apoio da Oposição, mas, também, com o apoio do Governo . Quero elogiar o nosso Senador Aécio Neves, pela característica que tem, de homem pacificador, de um homem que sabe fazer política, que vem das Minas Gerais e está dando lições de política aqui”.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
terça-feira, 28 de junho de 2011
Governadores do PSDB defendem criação de conselho político para assessorar o partido
Os oito governadores do PSDB, reunidos em Belo Horizonte neste sábado (02/04), decidiram propor ao Diretório Nacional do partido a criação de um conselho político. Segundo o governador de Goiás, Marconi Perillo, o conselho deverá prestar assessoria política e definir a postura do partido em relação ao governo federal.
“O conselho terá o objetivo de assessorar e colaborar na formação de ideias, no gerenciamento de crises, na elaboração de projetos e na forma como o partido deve lidar com o governo federal”, afirmou Perillo, em entrevista.
O Conselho será composto pelos oito governadores, além do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; ex-governador José Serra; presidente do Instituto Teotônio Vilela, Luiz Paulo Vellozo Lucas; senador Aécio Neves, representando o Senado; um integrante da Executiva do partido e um representante da Câmara dos Deputados, ainda a serem definidos, totalizando 14 pessoas.
Para o presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra, a criação do conselho não deverá interferir nas decisões da Executiva do partido e sim atuar em sintonia. “Conselho e Executiva definirão a forma que o partido deve agir com o governo federal, além de quais devem ser as prioridades para o partido melhorar seu desempenho e minimizar seus defeitos”, disse ele.
Força e unidade
Anfitrião do encontro, o governador de Minas Gerais, Antonio Anstasia, afirmou que a reunião de trabalho foi uma demonstração da força do PSDB.
“Faço uma análise de que o encontro foi muito positivo. Demonstra em primeiro lugar a força e a unidade do partido, que tem oito governadores e administra mais da metade da população do Brasil, estados importantes em todas as regiões do país”, afirmou o governador.
Os estados administrados por governadores do PSDB têm quase metade do eleitorado nacional, 64,5 milhões de pessoas (47,5% do total) e são responsáveis por mais de 50% do PIB nacional.
Para o senador Aécio Neves, o encontro demonstra um momento de vitalidade e renovação do PSDB.
“Nessas conversas vamos encontrando o caminho de fortalecer nossa ação de oposição. Essa é a nossa responsabilidade, que nos foi delegada pela população brasileira”, afirmou o senador.
Este foi a segunda reunião de trabalho entre os governadores tucanos desde as eleições de outubro do ano passado, que consolidou o PSDB como o partido com o maior número de governadores do país. O primeiro encontro aconteceu em Maceió (AL) e o próximo será realizado em Goiânia, (GO).
Estiveram também presentes os governadores, Anchieta Júnior (Roraima), Beto Richa (Paraná), Geraldo Alckmin (São Paulo), Simão Jatene (Pará), Siqueira Campos (Tocatins) e Teotônio Vilela Filho (Alagoas). Participaram ainda o presidente estadual do PSDB em Minas, deputado federal Marcus Pestana e o líder da bancada na Câmara Federal, Duarte Nogueira.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
“O conselho terá o objetivo de assessorar e colaborar na formação de ideias, no gerenciamento de crises, na elaboração de projetos e na forma como o partido deve lidar com o governo federal”, afirmou Perillo, em entrevista.
O Conselho será composto pelos oito governadores, além do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; ex-governador José Serra; presidente do Instituto Teotônio Vilela, Luiz Paulo Vellozo Lucas; senador Aécio Neves, representando o Senado; um integrante da Executiva do partido e um representante da Câmara dos Deputados, ainda a serem definidos, totalizando 14 pessoas.
Para o presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra, a criação do conselho não deverá interferir nas decisões da Executiva do partido e sim atuar em sintonia. “Conselho e Executiva definirão a forma que o partido deve agir com o governo federal, além de quais devem ser as prioridades para o partido melhorar seu desempenho e minimizar seus defeitos”, disse ele.
Força e unidade
Anfitrião do encontro, o governador de Minas Gerais, Antonio Anstasia, afirmou que a reunião de trabalho foi uma demonstração da força do PSDB.
“Faço uma análise de que o encontro foi muito positivo. Demonstra em primeiro lugar a força e a unidade do partido, que tem oito governadores e administra mais da metade da população do Brasil, estados importantes em todas as regiões do país”, afirmou o governador.
Os estados administrados por governadores do PSDB têm quase metade do eleitorado nacional, 64,5 milhões de pessoas (47,5% do total) e são responsáveis por mais de 50% do PIB nacional.
Para o senador Aécio Neves, o encontro demonstra um momento de vitalidade e renovação do PSDB.
“Nessas conversas vamos encontrando o caminho de fortalecer nossa ação de oposição. Essa é a nossa responsabilidade, que nos foi delegada pela população brasileira”, afirmou o senador.
Este foi a segunda reunião de trabalho entre os governadores tucanos desde as eleições de outubro do ano passado, que consolidou o PSDB como o partido com o maior número de governadores do país. O primeiro encontro aconteceu em Maceió (AL) e o próximo será realizado em Goiânia, (GO).
Estiveram também presentes os governadores, Anchieta Júnior (Roraima), Beto Richa (Paraná), Geraldo Alckmin (São Paulo), Simão Jatene (Pará), Siqueira Campos (Tocatins) e Teotônio Vilela Filho (Alagoas). Participaram ainda o presidente estadual do PSDB em Minas, deputado federal Marcus Pestana e o líder da bancada na Câmara Federal, Duarte Nogueira.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Aécio Neves defende fim das coligações em respeito à vontade do eleitor
Senador mineiro voltou a criticar o desrespeito à Constituição na discussão sobre salário mínimo
O senador Aécio Neves defendeu, no dia 22 de fevereiro, em Brasília, o fim das coligações nas eleições proporcionais (deputados federais e estaduais). Na avaliação do senador, o atual modelo tem provocado uma distorção da representação eleitoral quando, em razão das alianças entre os partidos, um candidato que obtém grande número de votos, o chamado “puxador de votos”, elege a si mesmo mas também candidatos de outras legendas, que, entretanto, não têm votação representativa.
Para por fim a essa distorção, o senador Aécio Neves disse que proporá o modelo misto como uma forma de garantir que a vontade do eleitor seja respeitada e os partidos fortalecidos. A Comissão de Reforma Política do Senado Federal tomou posse hoje, iniciando os trabalhos para reordenar o sistema político-eleitoral brasileiro.
“Esse (voto proporcional) é um sistema que desfigura o processo representativo, quando um eleitor vota num determinado candidato e elege um candidato de um partido que atuará de forma absolutamente distinta daquele no qual ele votou. Em todas as eleições nós temos, como maior ou com menor impacto aqueles chamados puxadores, que poderiam e deveriam ser eleitos, mas não necessariamente trazer consigo um conjunto de parlamentares eleitos por outros partidos e apenas ali coligados”, explicou o senador em entrevista.
Pelo modelo que tem sido chamado de “distritão misto” cada partido apresenta aos eleitores um número de candidatos equivalente às vagas existentes para seu Estado – transformado em um único distrito eleitoral – o chamado distritão – e também uma lista fechada com outros candidatos. Vencem os candidatos que obtiverem mais votos (voto majoritário) e também aqueles que estiverem nos primeiros lugares das listas mais votadas. Para o senador, isso permitiria que, o voto do eleitor seja respeitado e os partidos fortalecidos. Ainda de acordo com Aécio Neves, com esse sistema, o Congresso passaria a contar, além daqueles que têm um contado direto com cada região ou Estado, com representantes de segmentos de pensamento e de entidades e grandes debatedores.
“Há um sentimento crescente pela transição do voto proporcional para o voto majoritário. Eu temo apenas pela fragilização dos partidos com esse modelo exclusivo. Por isso, tenho proposto o modelo misto. O distrital misto seria nossa proposta original, mas considerando que de fato existam dificuldades para definição clara dos distritos, surge a ideia do distritão, que seria o Estado considerado um distrito. Um partido podendo lançar um número de candidatos correspondentes ao número de vagas para aquele Estado, acoplado a um percentual de parlamentares eleitos em lista partidária.”, afirmou.
Aécio Neves defendeu também que o prazo de 45 dias para que a comissão apresente sua conclusão seja respeitado.
“O prazo estabelecido de 45 dias a meu ver deve ser improrrogável e essa é uma das propostas também que eu levarei na instalação da comissão. Acho que se chegarmos ao final com quatro ou cinco temas em condições de serem votados na Comissão de Constituição e Justiça, e em seguida no plenário do Senado, é um grande passo.”, disse.
Na sessão de instalação da Comissão de Reforma Política, a mesa diretora foi formada, ao lado do presidente do Senado, José Sarney, o vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Membros da comissão
Além do senador Aécio Neves, fazem parte da comissão o senador Francisco Dornelles, presidente da mesma, e os senadores Itamar Franco, Fernando Collor, Demóstenes Torres , Roberto Requião , Luiz Henrique , Wellington Dias, Jorge Viana, Pedro Taques, Antônio Carlos Valadares , Eduardo Braga, Ana Rita Esgario; Vanessa Grazziotin; e Lúcia Vânia.
Salário Mínimo
O senador Aécio Neves voltou a criticar a proposta do governo federal que retira do Congresso Nacional o direito de discutir e votar o valor do salário mínimo a cada ano. O senador mineiro afirmou que isso seria um desrespeito ao que determina a Constituição Federal.
“Acho um equívoco muito grande do governo, da base de sustentação da presidente da República buscar logo na sua primeira relação com o Congresso Nacional usurpar do Poder Legislativo aquilo que a Constituição lhe delega, que é o direito de, por lei, definir a majoração do salário mínimo. Essa é uma questão que se tornará central amanhã, a meu ver mais que os valores em discussão. Trata-se de nós dizermos se vamos cumprir o que prevê a Constituição aprovando a cada ano, por lei, ou se nós vamos permitir essa delegação ao Poder Executivo. Me parece um equívoco”, denunciou.
Para Aécio Neves, essa será a principal discussão amanhã, quando o Senado vota o aumento do salário mínimo. Ele frisou que o PSDB irá votar a favor da proposta de um salário mínimo de R$ 600, mas lembra que, sendo minoria, o partido sabe que não deverá vencer e por isso deverá apoiar a proposta de R$ 560, caso a proposta original seja de fato rejeitada.
“Não tenho ilusão em relação ao resultado, até porque nós estamos em início de um governo, o governo tem uma base muito sólida no Congresso. Mas eu farei amanhã, da tribuna, um apelo em especial à base do governo: mais do que ser fiel ao governo, mais do que ser leal à presidente da República, o que está em jogo aqui é o papel dessa casa na defesa da Constituição. A questão de fundo é exatamente essa: o governo, se tem um projeto de reajuste do salário pelo crescimento da economia mais inflação, é legítimo que o tenha, mas é necessário que a cada ano o governo venha aqui com sua base política defender essa proposta de reajuste.”, concluiu, informando que, se for necessário, os partidos de oposição vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
O senador Aécio Neves defendeu, no dia 22 de fevereiro, em Brasília, o fim das coligações nas eleições proporcionais (deputados federais e estaduais). Na avaliação do senador, o atual modelo tem provocado uma distorção da representação eleitoral quando, em razão das alianças entre os partidos, um candidato que obtém grande número de votos, o chamado “puxador de votos”, elege a si mesmo mas também candidatos de outras legendas, que, entretanto, não têm votação representativa.
Para por fim a essa distorção, o senador Aécio Neves disse que proporá o modelo misto como uma forma de garantir que a vontade do eleitor seja respeitada e os partidos fortalecidos. A Comissão de Reforma Política do Senado Federal tomou posse hoje, iniciando os trabalhos para reordenar o sistema político-eleitoral brasileiro.
“Esse (voto proporcional) é um sistema que desfigura o processo representativo, quando um eleitor vota num determinado candidato e elege um candidato de um partido que atuará de forma absolutamente distinta daquele no qual ele votou. Em todas as eleições nós temos, como maior ou com menor impacto aqueles chamados puxadores, que poderiam e deveriam ser eleitos, mas não necessariamente trazer consigo um conjunto de parlamentares eleitos por outros partidos e apenas ali coligados”, explicou o senador em entrevista.
Pelo modelo que tem sido chamado de “distritão misto” cada partido apresenta aos eleitores um número de candidatos equivalente às vagas existentes para seu Estado – transformado em um único distrito eleitoral – o chamado distritão – e também uma lista fechada com outros candidatos. Vencem os candidatos que obtiverem mais votos (voto majoritário) e também aqueles que estiverem nos primeiros lugares das listas mais votadas. Para o senador, isso permitiria que, o voto do eleitor seja respeitado e os partidos fortalecidos. Ainda de acordo com Aécio Neves, com esse sistema, o Congresso passaria a contar, além daqueles que têm um contado direto com cada região ou Estado, com representantes de segmentos de pensamento e de entidades e grandes debatedores.
“Há um sentimento crescente pela transição do voto proporcional para o voto majoritário. Eu temo apenas pela fragilização dos partidos com esse modelo exclusivo. Por isso, tenho proposto o modelo misto. O distrital misto seria nossa proposta original, mas considerando que de fato existam dificuldades para definição clara dos distritos, surge a ideia do distritão, que seria o Estado considerado um distrito. Um partido podendo lançar um número de candidatos correspondentes ao número de vagas para aquele Estado, acoplado a um percentual de parlamentares eleitos em lista partidária.”, afirmou.
Aécio Neves defendeu também que o prazo de 45 dias para que a comissão apresente sua conclusão seja respeitado.
“O prazo estabelecido de 45 dias a meu ver deve ser improrrogável e essa é uma das propostas também que eu levarei na instalação da comissão. Acho que se chegarmos ao final com quatro ou cinco temas em condições de serem votados na Comissão de Constituição e Justiça, e em seguida no plenário do Senado, é um grande passo.”, disse.
Na sessão de instalação da Comissão de Reforma Política, a mesa diretora foi formada, ao lado do presidente do Senado, José Sarney, o vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Membros da comissão
Além do senador Aécio Neves, fazem parte da comissão o senador Francisco Dornelles, presidente da mesma, e os senadores Itamar Franco, Fernando Collor, Demóstenes Torres , Roberto Requião , Luiz Henrique , Wellington Dias, Jorge Viana, Pedro Taques, Antônio Carlos Valadares , Eduardo Braga, Ana Rita Esgario; Vanessa Grazziotin; e Lúcia Vânia.
Salário Mínimo
O senador Aécio Neves voltou a criticar a proposta do governo federal que retira do Congresso Nacional o direito de discutir e votar o valor do salário mínimo a cada ano. O senador mineiro afirmou que isso seria um desrespeito ao que determina a Constituição Federal.
“Acho um equívoco muito grande do governo, da base de sustentação da presidente da República buscar logo na sua primeira relação com o Congresso Nacional usurpar do Poder Legislativo aquilo que a Constituição lhe delega, que é o direito de, por lei, definir a majoração do salário mínimo. Essa é uma questão que se tornará central amanhã, a meu ver mais que os valores em discussão. Trata-se de nós dizermos se vamos cumprir o que prevê a Constituição aprovando a cada ano, por lei, ou se nós vamos permitir essa delegação ao Poder Executivo. Me parece um equívoco”, denunciou.
Para Aécio Neves, essa será a principal discussão amanhã, quando o Senado vota o aumento do salário mínimo. Ele frisou que o PSDB irá votar a favor da proposta de um salário mínimo de R$ 600, mas lembra que, sendo minoria, o partido sabe que não deverá vencer e por isso deverá apoiar a proposta de R$ 560, caso a proposta original seja de fato rejeitada.
“Não tenho ilusão em relação ao resultado, até porque nós estamos em início de um governo, o governo tem uma base muito sólida no Congresso. Mas eu farei amanhã, da tribuna, um apelo em especial à base do governo: mais do que ser fiel ao governo, mais do que ser leal à presidente da República, o que está em jogo aqui é o papel dessa casa na defesa da Constituição. A questão de fundo é exatamente essa: o governo, se tem um projeto de reajuste do salário pelo crescimento da economia mais inflação, é legítimo que o tenha, mas é necessário que a cada ano o governo venha aqui com sua base política defender essa proposta de reajuste.”, concluiu, informando que, se for necessário, os partidos de oposição vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves
sábado, 2 de outubro de 2010
EM Data confirma liderança de Aécio e Itamar (Estado de Minas)
O Senado tende a ter três parlamentares mineiros de oposição ao governo federal - caso se confirme a vitória da petista Dilma Rousseff na disputa pela Presidência da República. A dois dias das eleições, o ex-governador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente da República Itamar Franco estariam eleitos pelos mineiros com 65% e 40% dos votos, respectivamente. Ambos fariam companhia no Senado a Eliseu Resende (DEM), eleito em 2006 e cujo mandato termina em 2014.
Pesquisa EM Data realizada entre 29 de setembro e ontem mostra o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) na terceira colocação, com 32% das intenções de voto. Quando se excluem os nulos e brancos - computando apenas os votos válidos - a diferença entre o petista e Itamar seria menor: o ex-presidente foi citado por 28% e Pimentel por 22%. Zito Vieira (PCdoB) aparece na sequência da disputa pelo Senado com minguados 3%. Os demais candidatos somaram apenas 3% da preferência dos eleitores entrevistados em 51 cidades de Minas Gerais. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Na sondagem espontânea, em que não é apresentada ao eleitor a lista com o nome dos candidatos a senador, o ex-governador Aécio Neves mantém a larga vantagem sobre os demais candidatos às duas vagas mineiras no Senado, com 45% das intenções de votos. Itamar Franco e Pimentel aparecem em seguida com 29% e 20%, respectivamente. Todos os outros candidatos somaram 5%.
À véspera das eleições, ainda é grande o número daqueles que estão indecisos sobre o voto para o Senado. O índice daqueles que disseram votar em branco ou anular o voto atingiu 57%. Número que já foi um pouco menor: na pesquisa realizada entre 19 e 21 de setembro eles somavam 51%. Este ano, o eleitor tem direito a dois votos para senador, por isso, a soma da pesquisa para o cargo é de 200%.
Metodologia
O Instituto EM Data ouviu 1,1 mil eleitores de 51 cidades mineiras entre 29 de setembro e ontem. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 76.978/2010 e recebeu o número 33.436/2010 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento contou com a consultoria técnica da Giga Consultoria Ltda.
Pesquisa EM Data realizada entre 29 de setembro e ontem mostra o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) na terceira colocação, com 32% das intenções de voto. Quando se excluem os nulos e brancos - computando apenas os votos válidos - a diferença entre o petista e Itamar seria menor: o ex-presidente foi citado por 28% e Pimentel por 22%. Zito Vieira (PCdoB) aparece na sequência da disputa pelo Senado com minguados 3%. Os demais candidatos somaram apenas 3% da preferência dos eleitores entrevistados em 51 cidades de Minas Gerais. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Na sondagem espontânea, em que não é apresentada ao eleitor a lista com o nome dos candidatos a senador, o ex-governador Aécio Neves mantém a larga vantagem sobre os demais candidatos às duas vagas mineiras no Senado, com 45% das intenções de votos. Itamar Franco e Pimentel aparecem em seguida com 29% e 20%, respectivamente. Todos os outros candidatos somaram 5%.
À véspera das eleições, ainda é grande o número daqueles que estão indecisos sobre o voto para o Senado. O índice daqueles que disseram votar em branco ou anular o voto atingiu 57%. Número que já foi um pouco menor: na pesquisa realizada entre 19 e 21 de setembro eles somavam 51%. Este ano, o eleitor tem direito a dois votos para senador, por isso, a soma da pesquisa para o cargo é de 200%.
Metodologia
O Instituto EM Data ouviu 1,1 mil eleitores de 51 cidades mineiras entre 29 de setembro e ontem. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 76.978/2010 e recebeu o número 33.436/2010 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento contou com a consultoria técnica da Giga Consultoria Ltda.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Aécio e Anastasia reúnem centenas de pessoas em carreata pelo Vale do Aço
Na reta final da campanha, governador reitera compromisso com as pessoas e com a responsabilidade na administração pública

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, reiterou hoje (30/09) as prioridades de seu Plano de Governo em atender bem as pessoas e adotar políticas de governo que resultem na geração de empregos de qualidade para todos os mineiros. Ao lado dos candidatos ao Senado, Aécio Neves e Itamar Franco, Anastasia participou de uma grande carreata que percorreu as principais ruas das três maiores cidades do Vale do Aço: Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo.
“Reitero que as nossas prioridades se baseiam sempre em atender bem as pessoas, as famílias. E temos na saúde, na educação, na segurança e na infraestrutura os temas fundamentais e, é claro, volto a dizer, também, que quero agir de maneira muito consciente, muito eficiente na geração de empregos”, afirmou o governador, durante entrevista em Ipatinga.
Mesmo liderando todas as pesquisas de intenções de voto, o governador Antonio Anastasia destacou a importância de manter a estratégia nesta reta final de campanha, levando as propostas e as ideias de seu Plano de Governo aos eleitores de todo o Estado. Ele manifestou, ainda, otimismo de que nos próximos dias os eleitores indecisos irão conhecer melhor os candidatos e optar pela candidatura que possibilite novos avanços em Minas Gerais.
“É uma estratégia de muito respeito ao eleitor, levando as nossas propostas, as nossas ideias, viajando por todo o Estado, ao lado de Aécio e de Itamar, conversando com as lideranças, com as pessoas, empresários, trabalhadores, para receber sugestões e aprimorar o Plano de Governo. Estamos muito otimistas, acreditando que os indecisos vão conhecer melhor os candidatos nesses últimos dias e vão optar pela candidatura da verdade, com base nos fatos, dando continuidade ao que foi feito em Minas por Itamar e por Aécio e, naturalmente, conseguindo avançar”, afirmou o governador.
Rede de apoios
O apoio maciço dos prefeitos da região foi mais uma vez manifestado ao longo de toda a carreata. O prefeito de Ipatinga, Robson Gomes (PPS) acredita que, reeleito, Anastasia será o governador que manterá o Estado na rota de desenvolvimento.
“Minas Gerais precisa continuar na rota do desenvolvimento, continuar crescendo. Precisa continuar investindo em políticas públicas que atendam ao interesse da sociedade, que melhorem a qualidade de vida do povo mineiro. Temos a expectativa de que o governador Anastasia, pelo homem que é, pelo comprometimento, respeito, seriedade, experiência que ele tem e adquiriu nesses dois mandatos em que esteve ao lado de Aécio, vai fazer com que Minas continue avançando, desenvolvendo a segurança, a geração de emprego e renda e investindo mais em saúde e educação, enfim, nas políticas públicas que são de interesse da sociedade mineira”, afirmou.
As lideranças políticas do Vale do Aço destacaram também as parcerias firmadas com o Governo de Minas. De acordo com o prefeito de Mesquita, José Euller (PPS), que também preside a Associação das Microrregiões do Vale do Aço, os prefeitos sempre foram atendidos pelo Governo do Estado, independente de partidos.
“Hoje, dos 16 municípios da associação, 15 já estão abertamente com Anastasia. Nós somos gratos por aquilo que a administração do Aécio e depois com Anastasia trouxe para a região. Eles nunca olharam sigla partidária. Fomos muito bem atendidos pelo governo estadual e o mesmo não podemos dizer da esfera federal”, disse ele.
Reconhecimento
A visita dos candidatos da coligação “Somos Minas Gerais” ao Vale do Aço, hoje, começou em Ipatinga. Anastasia, Aécio e Itamar foram recebidos por cerca de 300 pessoas no aeroporto da cidade. A festa começou com a carreata na Praça 1º de Maio, anunciada com foguetório. No trajeto pelas principais avenidas da cidade, eles receberam o carinho da população, que acenava de suas casas, das portas das lojas e pontos de ônibus. Em vários pontos da cidade, eleitores saudavam os candidatos com bandeiras e cartazes com a foto de Anastasia, Aécio e Itamar.
A segunda parte da carreata foi no município de Coronel Fabriciano, com início na avenida José de Magalhães Pinto, seguindo pelas ruas Duque de Caxias e doutor Querubino até a rua Piracicaba. Durante a carreata, ao som de um buzinaço para anunciar a chegada dos candidatos, a militância se fez presente com bandeiras e cartazes com a foto dos candidatos.
Ao chegar em Timóteo, última cidade do percurso, Anastasia seguiu pela avenida Emalto e Amintas Jaques, passando ainda pela rua 21 de abril, Alameda 31 de outubro e avenidas JK Monsenhor Rafael, onde a carreta foi encerrada. Ao longo de todo o percurso, os candidatos acenavam para os cidadãos que retribuíam gritando palavras de apoio à reeleição de Antonio Anastasia.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Anastasia aos eleitores: comparem propostas e julguem avanços de Minas
Em debate da Rede Globo, governador alerta eleitores sobre falsas promessas feitas às vésperas das eleições
O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, pediu aos mineiros ainda indecisos sobre o voto para governador do Estado que aproveitem os últimos dias de campanha eleitoral para comparar as propostas dos candidatos e julgar tudo que foi feito nos últimos anos pelo Governo do Estado. Anastasia participou do debate promovido pela Rede Globo de Televisão, na noite desta terça-feira (28/09), quando mostrou com clareza seus compromissos para manter os avanços sociais e econômicos conquistados por Minas Gerais durante o seu governo e do ex-governador Aécio Neves.“É o eleitor mineiro soberano, autônomo, com base na sua história e trajetória que de maneira livre vai decidir o nosso futuro. Compare as propostas, julgue o que fizemos ao longo dos últimos oito anos e tenho certeza que, lá dentro, você vai perceber que Minas avançou muito. E vai avançar mais ainda”, disse Anastasia.
O governador Antonio Anastasia também aproveitou o último debate antes das eleições do próximo domingo (03/10) para agradecer o imenso apoio que ele e seus candidatos ao Senado, Aécio Neves e Itamar Franco, vêm recebendo dos mineiros. Mesmo na liderança em todas as pesquisas eleitorais, Anastasia voltou a pedir o voto dos mineiros pela sua reeleição.
“Quero agradecer a você que me recebeu na sua cidade de maneira tão carinhosa e amiga. Juntamente com Aécio e Itamar Franco corremos toda Minas, mostrando as nossas ideias, as nossas propostas, o que fizemos. O nosso estímulo, agora, nessa candidatura à reeleição, é continuar avançando, continuar fazendo por Minas Gerais aquilo que sentimos que é a grande necessidade. É o avanço fundamental nas diversas políticas sociais, econômicas e de infraestrutura. Por isso mesmo, peço seu voto, seu voto de confiança para Minas e pelo Brasil”, disse Anastasia.
Avanços conquistados
Durante o debate, o governador mostrou ser o candidato mais preparado para colocar em prática propostas e programas com o objetivo de acelerar o crescimento econômico e as melhorias sociais do Estado. Nestes últimos anos, durante os governos de Anastasia e Aécio, Minas Gerais apresentou crescimentos na geração de emprego, no Produto Interno Bruto (PIB) e nas exportações acima da média nacional. A redução da mortalidade infantil, da desnutrição infantil e da pobreza em Minas também foi maior do que no restante do país.
“Isso demonstra que estamos no caminho certo. Não podemos retroceder, não podemos voltar para trás. Temos que continuar avançando e, por isso mesmo, nesse avanço é que estamos apresentando essas novas ideias, sabendo que muito foi feito, mas ainda há muito o que fazer. Por isso, eu espero sempre a confiança dos mineiros para continuar a bela obra realizada em Minas pelo governador Aécio Neves e por toda a nossa equipe”, afirmou Anastasia.
Falsas promessas e má fé
O governador também alertou sobre a tentativa de outros candidatos de lançarem falsas promessas na tentativa de iludir o eleitorado mineiro. Anastasia também lamentou a postura de candidatos que se utilizam da má fé para desrespeitar o que foi feito pelo Governo do Estado nos últimos anos.
“As candidaturas não podem querer destruir, porque só podemos pensar na boa política se percebermos o avanço positivo e não criticando, destruindo, porque a crítica demasiada, ela desqualifica quem o faz, ela torna, na verdade, a inverdade uma realidade. É desconhecimento misturado com a má fé de tentar iludir as pessoas nesse momento eleitoral. Mas eu confio nos mineiros, porque eles conhecem a verdade e sabem o que foi feito”, afirmou.
Competência comprovada
O governador Antonio Anastasia relembrou que o seu governo e de Aécio Neves demonstraram, nos últimos anos, competência na gestão dos recursos, de programas sociais e nas obras públicas. Segundo ele, isso credencia o Governo do Estado a propor alternativas ao governo federal para tirar do papel obras paralisadas, como a duplicação da BR-381, a recuperação do Anel Rodoviário de Belo Horizonte e a retomada do metrô da capital, todas de responsabilidade exclusiva da União.
“Temos aqui a responsabilidade de todos os mineiros, da bancada federal, do governador do Estado, de apresentarmos as propostas e as alternativas. No caso do Anel Rodoviário, por exemplo, houve um problema recente na licitação, por parte do DNIT. Imediatamente, como governador de Minas, fiz contato com o ministro dos Transportes, oferecendo que o Estado possa fazer a licitação. Porque mostramos competência, fizemos a Linha Verde, a Cristiano Machado, a Antônio Carlos, o Boulevard Arrudas, tudo de acordo com as melhores técnicas e em pouco tempo. Então, temos condições de fazê-lo”, explicou Anastasia.
Novas propostas para as estradas
Em relação à BR-381, conhecida como a “rodovia da morte”, de responsabilidade do governo federal, o governador afirmou que continuará cobrando a sua duplicação, mas já colocou em seu Plano de Governo propostas alternativas.
“Lamentavelmente, o governo federal ainda não conseguiu apresentar o modelo adequado. A licença ambiental, por exemplo, foi concedida pelo Estado há três anos e estamos ainda aguardando o início das obras. Coloquei em meu plano de governo, inclusive, a possibilidade de termos estradas estaduais alternativas, enquanto essa obra federal não se realiza”, ressaltou.
Anastasia também fez um balanço das obras do Estado nas rodovias mineiras e apresentou propostas para melhorar ainda mais a qualidade da malha viária sob responsabilidade do Governo de Minas.
“Temos estradas federais e estaduais. Nas estaduais, ao longo dos últimos anos, com o governador Aécio Neves e, agora comigo, fizemos uma verdadeira revolução. Fizemos o Proacesso, que levou pavimentação a 200 municípios que não tinham ainda ligação por asfalto. E fizemos o Pro-MG, para a recuperação das estradas estaduais em toda Minas. Ao mesmo tempo, estamos preparando agora o Caminhos de Minas, para interligar todo o Estado”, ressaltou.
Avanços sociais
Durante o debate, Anastasia também aproveitou para apresentar suas propostas nas áreas sociais e apontar os avanços conquistados nos últimos anos. Segundo ele, melhorar os indicadores da saúde, educação, segurança e saneamento será o grande desafio para os próximos quatro anos.
“Esse é o grande desafio. Agora, é bom lembrar que tudo isso se fez sob a égide do social, o social verdadeiro, o social que apresenta resultados, com ousadia, com metas, com programa bastante efetivo. E não o social do discurso, que aparece agora na hora da campanha”, afirmou.
O governador destacou que nos últimos anos o Estado aumentou em 700% os recursos alocados na saúde. Ele lembrou que este aumento de investimento possibilitou a reforma de 130 hospitais regionais, o aumento na distribuição gratuita de remédios, a construção de unidades básicas de saúde e resultados como a redução da mortalidade infantil em 22%.
“Vamos continuar evoluindo bastante. A saúde é prioridade máxima do nosso governo. Foi de Aécio, é minha e será minha também no próximo mandato. Sabemos que podemos e vamos continuar avançando. O nosso processo de descentralização já avançou demais. Vamos continuar fazendo as parcerias com as prefeituras, construindo os hospitais regionais e municipais, que vão atender de maneira muito efetiva a população, para permitir que as pessoas tenham a saúde mais próxima de sua casa”, propôs.
Geração de empregos
Anastasia voltou a defender a geração de empregos de qualidade como a melhor forma de conquistar avanços sociais. Segundo ele, durante o seu governo e de Aécio Neves, o primeiro passo foi feito: dotar Minas Gerais de “infraestrutura social”.
“Temos que gerar uma infraestrutura social, econômica e física. Estradas, aeroportos, toda estrutura necessária de saneamento, de habitação. Melhorar as escolas, a saúde, a segurança. O que já estamos fazendo. Os resultados estão aí e os mineiros acompanham e aplaudem o que foi feito no governo Aécio e, agora, no meu governo. Ou seja, criamos um ambiente propício e, agora, vamos dar um passo avante”, detalhou.
Segundo Anastasia, para os próximos quatro anos, seu Plano de Governo propõe o segundo passo: a atração de empresas que gerem empregos de qualidade e explorem as vocações econômicas específicas de cada região de Minas.
“Vamos estimular a vinda de novas empresas através de uma legislação específica de incentivo. É um processo e isso vai levar ao que é mais importante e que deve ser sempre a obsessão dos governos, a geração de empregos de qualidade. Esse é o papel fundamental do governo em parceria com a sociedade, com os empresários. Vamos continuar nesse mesmo caminho, porque Minas vai bem e melhorará ainda mais”, afirmou Anastasia.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Aécio e Itamar consolidam liderança na disputa para o Senado
Data Tempo/CP2 aponta Aécio Neves com 72% da preferência do eleitorado e Itamar Franco em segundo lugar com 43,6%

A nova pesquisa para o Senado, realizada pelo instituto Data Tempo/CP2 e divulgada nesta terça-feira (28/09) pelo jornal O Tempo, mostra que o ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco consolidaram a liderança na preferência dos eleitores mineiros. Nas eleições de 3 de outubro, os mineiros irão eleger dois senadores.
Segundo o Data Tempo/CP2, Aécio Neves está à frente das intenções de voto com 72% da preferência do eleitorado. O ex-presidente Itamar Franco aparece em segundo lugar com 43,6%.
Na medição espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado aos eleitores no momento entrevista, os candidatos da coligação “Somos Minas Gerais” também lideram. Aécio Neves foi citado por 55,9% dos eleitores e o ex-presidente Itamar Franco ficou com 33,1% das intenções de voto.
A nova pesquisa Data Tempo/CP2 foi realizada entre os dias 22 e 24 de setembro. Foram ouvidos 2.081 eleitores. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 32.178/2010.
Ibope
A pesquisa Data Tempo/CP2 confirma a preferência por Aécio Neves e Itamar Franco para o Senado, já apontada pelos outros institutos. Em pesquisa Ibope, divulgada nesta segunda-feira, Aécio Neves está com 69% e Itamar Franco 44% na preferência dos eleitores de Minas. Já o candidato que aparece em terceiro lugar caiu para 29%. Considerando apenas os votos válidos, Aécio Neves continua em primeiro lugar, com 46% das intenções de voto, seguido por Itamar Franco com 30% das intenções. Já o terceiro colocado aparece apenas com 19%.
A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 23 e 25 de setembro. Foram entrevistados 2.002 eleitores em Minas. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 74106/2010.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Estado de S. Paulo: Anastasia abre 13 pontos sobre Hélio Costa
Segundo Ibope, candidato do PSDB tem 46%, enquanto adversário do PMDB soma 33%; com 57% dos votos válidos, ele venceria no primeiro turno

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), que concorre à reeleição, subiu quatro pontos porcentuais em três dias e ampliou a vantagem sobre o peemedebista Hélio Costa. Se a eleição fosse hoje, ele venceria no primeiro turno, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo
Anastasia tem 46% das intenções de voto, 13 pontos porcentuais a mais que Costa, com 33%. Na pesquisa anterior, eles apareciam com 43% e 34%, respectivamente.
Com esse resultado, o tucano teria 57% dos votos válidos - os efetivamente dados aos candidatos, sem contar nulos e brancos. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.
Na disputa pelo Senado não houve alterações no quadro. Aécio Neves (PSDB), primeiro colocado, teria 69% dos votos totais e 46% dos válidos. Em segundo está Itamar Franco (PPS), com 44% dos votos totais e 30% dos válidos. O petista Fernando Pimentel, que tenta tirar de Itamar a segunda vaga em disputa no Estado, oscilou um ponto para baixo. Ele tem 29% dos votos totais e 19% dos válidos.
Na corrida presidencial, a candidata do PT, Dilma Rousseff, se mantém na frente em Minas Gerais, mas sua vantagem em relação aos adversários diminuiu.
Em três dias, Dilma oscilou de 51% para 49%. O tucano José Serra se manteve com 25%, e Marina Silva (PV) passou de 13% para 15%.
O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios de Minas entre os dias 23 e 25 de setembro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 31.796/2010.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Anastasia abre 5 pontos e deve ganhar no 1º turno (Folha de S.Paulo)
Apoiado por Aécio, tucano tem 51% dos votos válidos, segundo o Datafolha, e pode vencer no primeiro turno

Evandro Spinelli
O governador Antonio Anastasia (PSDB) abriu cinco pontos de vantagem sobre Hélio Costa (PMDB), seu principal adversário ao governo de Minas Gerais, diz pesquisa Datafolha. A eleição pode ser decidida já no primeiro turno.
Anastasia, candidato apoiado pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB), passou de 40% para 42% das intenções de voto, uma variação dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos.
Hélio Costa permaneceu com os 37% da pesquisa anterior, da semana passada.
Considerando apenas os votos válidos, o tucano tem agora 51% contra 44% de Costa. Para ser eleito no primeiro turno, o candidato precisa ter mais de 50% dos votos válidos.
Na pesquisa anterior, Anastasia tinha 50% dos votos válidos contra 46% de seu principal adversário.
Adilson Rosa (PCO), Edilson Nascimento (PT do B), Zé Fernando Aparecido (PV) e Vanessa Portugal (PSTU) têm 1% das intenções de voto. Os candidatos Fabinho (PCB) e Professor Luiz Carlos (PSOL) não atingiram 1%.
Votos em branco e nulo somam 4%. Ainda não decidiram em quem votar outros 13% dos mineiros.
O Datafolha aponta que 79% dos eleitores de Costa e 67% de quem pretende votar em Anastasia não sabem o número de seus candidatos.
Senado
O ex-presidente Itamar Franco (PPS) ampliou sua vantagem sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) na disputa pela segunda vaga de senador em Minas. Aécio continua liderando com folga.
Na semana em que apresentou um depoimento do candidato a presidente de seu partido, José Serra, no horário eleitoral, Aécio passou de 71% para 67%, uma variação no limite da margem de erro da pesquisa.
Já Itamar, que mostrou Aécio em seu programa eleitoral, variou de 40% para 43%. Ele agora tem 11 pontos de vantagem sobre Pimentel, que manteve os 32% da pesquisa anterior.
Zito Vieira (PC do B) tem 3%. Marilda Ribeiro (PSOL), Rafael Pimenta (PCB) e Miguel Martini (PHS) têm 2% cada um. Com 1% estão José João da Silva (PSTU), Betão (PCO), Efraim Moura (PSTU) e Mineirinho (PSOL).
Os indecisos para uma são 24% e 13% não sabem em quem votar para as duas vagas de senador.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Aécio e Itamar lideram todas as pesquisas para o Senado

O ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco lideram todas as pesquisas em Minas para o Senado Federal. Os números divulgadas hoje (23/09) pelos institutos EM Data e DataTempo/CP2 confirmam que eles têm a preferência dos eleitores no Estado. Neste ano, a população irá votar para dois senadores.
O EM Data mostra que Aécio Neves lidera as intenções de voto com 68%, seguido por Itamar Franco, com 40% das intenções. A pesquisa foi realizada ente os dias 19 e 21 de setembro, com 1.100 eleitores de 51 cidades. A margem de erro é de três pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 73.763/2010.
DataTempo
Os números do DataTempo/CP2 também confirmam a liderança do ex-governador e do ex-presidente na disputa pelas duas vagas ao Senado. Aécio Neves lidera com 68,9% das intenções de voto. Em segundo lugar, está Itamar Franco com 40,3%. O número de indecisos, segundo o DataTempo/CP2 representa 11,1%.
A pesquisa DataTempo/CP2 ouviu 2.062 pessoas entre os dias 17 e 20 deste mês. A margem de erro de 2,16%. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 31.334/2010.
Ibope
Os números divulgados hoje para a eleição ao Senado confirmam a liderança de Aécio e Itamar já mostrados pelo Ibope. Na pesquisa divulgada na última quarta-feira, Aécio Neves tem 67% das intenções de voto dos eleitores mineiros. O ex-presidente e ex-governador Itamar Franco também ficaria com uma das duas vagas ao Senado, segundo o Ibope. Ele tem 44% das intenções de voto.
A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Foram ouvidos 2.002 eleitores. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 73.370/2010.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Anastasia propõe novos programas para ampliar conquistas sociais
Em entrevistas a emissoras de rádio de BH, governador fala das propostas de seu Plano de Governo e da valorização dos servidores públicos

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, apresentou nesta quarta-feira (22/09), durante entrevistas a três emissoras de rádio de Belo Horizonte, diversos pontos de seu Plano de Governo, que foi lançado no início deste mês com 365 compromissos com os mineiros para os próximos quatro anos. O governador ressaltou que os últimos oito anos foram extremamente positivos para Minas Gerais, com a apresentação de resultados expressivos em todas as áreas das políticas públicas.
Anastasia lembrou que este trabalho à frente do Governo do Estado é reconhecido pelos mineiros e a grande proposta é avançar nesses programas, com grandes inovações. “É por isso que queremos continuar e dar mais avanços a esses programas que fizemos em Minas nos últimos anos”, afirmou o governador, que concedeu entrevista às Rádios Liberdade FM, Band News FM e CBN.
A segurança pública foi um dos principais temas abordados pelo governador Antonio Anastasia, que chegou a ocupar o cargo de Secretário de Defesa Social, no primeiro mandato do governador Aécio Neves. Ele destacou que o modelo de segurança pública implantado em Minas, e tido como modelo pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, foi fundamental para reduzir os indicadores de criminalidade a patamares de 10 anos atrás.
Segurança
Ele lembrou que uma das ações inovadoras de Minas Gerais foi o processo de integração das ações das polícias Militar e Civil, principalmente nas áreas de inteligência e políticas de prevenção à criminalidade.
“Mais importante que essa unificação foi o trabalho de inteligência e coordenação da ação dessas polícias, e ao mesmo tempo programas preventivos como o Fica Vivo! O resultado foi a queda dos indicadores de criminalidade, que voltaram aos níveis de 1999. Temos que melhorar mais estes índices, para que as pessoas se sintam seguras”, disse Anastasia.
As propostas do Plano de Governo do governador para os próximos quatro anos incluem a continuidade do processo de aumento do efetivo das polícias, que tiveram o acréscimo de 10 mil homens nos últimos anos. Anastasia também quer ampliar o programa Cinturão de Segurança nas divisas de Minas para impedir a migração do crime organizado de outros estados. Da mesma forma, o plano propõe uma ação mais ostensiva nas zonas rurais do interior do Estado e o combate e a repressão ao tráfico de drogas.
“Criamos este programa chamado Cinturão de Segurança, fortalecendo as Polícias Civil e Militar exatamente nas fronteiras do Estado e vamos aprimorá-lo. Estou propondo no Plano de Governo um novo programa chamado Segurança Rural, para proteger aquelas pessoas que vivem na zona rural e onde nós temos um número menor de efetivo e, ao mesmo tempo, temos que combater o consumo de drogas como o crack, por meio da prevenção, a repressão, através da Polícia Civil e também oferecer a parte terapêutica aos dependentes químicos”, afirmou Antonio Anastasia.
Saúde
O governador Antonio Anastasia destacou, durante as entrevistas, a importância das parcerias com as prefeituras e outras entidades para melhorar o atendimento à população de Minas Gerais na área de saúde. Além da construção de novos hospitais regionais, ele destacou que o seu Plano de Governo terá como principal objetivo a redução dos indicadores de mortalidade infantil e materna. Nos últimos anos, Minas Gerais já apresenta reduções nestes indicadores melhores do que a média nacional.
“Vamos continuar investindo muito em saúde. Estamos fazendo agora o Hospital Metropolitano do Barreiro, em parceria com Prefeitura de Belo Horizonte e investindo muito para reduzir os indicadores, por exemplo, de mortalidade infantil, de mortalidade materna, melhorando a saúde dos idosos com programa como o Mais Vida. Portanto, estamos desenvolvendo essas inovações. A saúde é uma prioridade fundamental”, afirmou.
Educação e valorização dos professores
Considerada um das maiores prioridades do Plano de Governo para os próximos quatro anos, a educação continuará tendo uma atenção especial, principalmente na melhoria das estruturas físicas das escolas, reforço escolar para os alunos e na valorização dos professores e profissionais do setor. O governador Antonio Anastasia lembrou que Minas Gerais lidera no país o ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ministério da Educação (MEC).
Depois da universalização do acesso à educação básica, o maior foco do Governo do Estado nos próximos quatro anos, de acordo com Antonio Anastasia, será o Ensino Médio, com os programas destinados à contenção da evasão escolar e a melhoria da qualidade de ensino. Todos estes projetos passam pela valorização da carreira do Magistério.
“Houve uma evolução, mas essa evolução tem que continuar ainda mais e isso passa pela valorização da carreira do Magistério, tornando-a mais atraente. Temos que melhorar o ensino médio, com a contenção da evasão escolar. E para isso, criamos o programa Poupança Jovem para prestigiar os nossos alunos do ensino médio nas escolas públicas, que passam a ser o maior foco do Estado nos próximos anos. Queremos o primeiro lugar no Ensino Médio, assim como ocorreu no Ensino Fundamental”, disse o governador.
Valorização do Servidor
Antonio Anastasia destacou, ainda, o trabalho desenvolvido pelo Governo de Minas nos últimos oito anos para atender às reivindicações históricas dos servidores públicos estaduais e para a valorização da carreira. Os resultados diretos puderam ser observados com a regularização do pagamento dos salários em dia, do décimo terceiro em parcela única e no reajuste para todas as categorias.
Para avançar nestas conquistas, o Plano de Governo para os próximos quatro anos prevê o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa para que o reajuste do funcionalismo possa ser feito, como base na variação da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
“Os servidores são testemunhas do esforço feito pelo governo e há o meu compromisso, no Plano de Governo, de apresentar novamente à Assembleia, como fizemos em 2006, o projeto de lei, agora com as reformas necessárias, adequações, para que os servidores tenham os reajustes anuais com base na variação do ICMS. O ICMS é o grande tributo do Estado e como a arrecadação tem subido, tenho certeza que os reajustes também serão muito positivos a partir de 2011”, disse Antonio Anastasia.
Geração de Empregos
Durante as entrevistas às emissoras de rádio, o governador revelou que gostaria de ser reconhecido, no futuro, pelo grande número de empregos gerados em Minas Gerais e pela redução das desigualdades regionais. Segundo ele, depois de todos os investimentos que foram realizados em infraestrutura, o grande objetivo é conseguir diversificar a economia do Estado, com a agregação de valor aos produtos. Estes são os pilares do programa que prevê a criação das Zonas de Desenvolvimento Regional, previsto no Plano de Governo.
“Tenho uma grande vontade de ser reconhecido como o governador dos empregos. Vamos continuar nos esforçando porque ainda temos muitas desigualdades regionais no Estado e temos a necessidade cada vez maior de diversificar a economia de Minas e agregar valor aos nossos produtos. Com a infraestrutura pronta, podemos atrair empresas e conceder incentivos tributários e de crédito específicos, em troca da garantia da geração de empregos e da atração de uma cadeia de fornecedores. Isso vai gerar uma situação econômica muito positiva para Minas”, concluiu Antonio Anastasia.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Anastasia vai promover Pouso Alegre e região a polo de alta tecnologia
Ao lado de Aécio Neves e Itamar Franco, governador participa de carreata em Pouso Alegre e recebe festa de moradores durante caminhada

A região de Pouso Alegre, Itajubá e Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, terá incentivos para que se torne uma grande zona de desenvolvimento regional baseado em empresas âncoras de alta tecnologia e que gerem empregos de qualidade para a população. Nesta segunda-feira (21/09), ao desembarcar em Pouso Alegre, o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, reafirmou o compromisso de criar uma zona de desenvolvimento regional que incluirá o Parque Tecnológico de Itajubá, o Polo da Eletrônica de Santa Rita do Sapucaí, além do polo que se formará no entorno da fábrica da Helibras, que já está em processo de expansão.
Antonio Anastasia chegou a Pouso Alegre acompanhado do ex-governador Aécio Neves e do ex-presidente Itamar Franco, candidatos ao Senado Federal, pela coligação “Somos Minas Gerais”. Em entrevista, ele lembrou que o Governo do Estado já criou
“Temos condições de fazer aqui a zona de desenvolvimento regional prevista em nosso Plano de Governo, que terá estímulo tributário e de crédito. Desde o final do ano passado, ainda no tempo do governador Aécio Neves, fizemos uma norma que permite combatermos a questão da guerra fiscal e atrairmos mais empresas para cá. Temos investimentos no Parque Tecnológico de Itajubá, em Santa Rita do Sapucaí e o polo da Helibras, que será uma grande âncora de desenvolvimento da região”, afirmou Anastasia.
As empresas que decidirem se instalar na região poderão contar com a localização estratégica, próxima ao maior centro consumidor do País, São Paulo, e com universidades de excelente qualidade, além dos estímulos tributário e de crédito, propostos pelo Plano de Governo de Antonio Anastasia.
“Temos o Parque Tecnológico de Itajubá, que está sendo feito em parceira com o Governo do Estado, com a prefeitura, com a Universidade. E como ele, nós temos investimentos também em Santa Rita do Sapucaí e em todas as cidades da região. O polo da Helibras, por exemplo, será uma grande âncora do desenvolvimento dessa região sob o ponto de vista da eletrônica”, disse o governador.
Vale da Eletrônica
O Arranjo Produtivo Local do Setor de Eletrônicos, localizado no município de Santa Rita do Sapucaí, surgiu no final da década de 80 com a implantação de várias indústrias do setor de eletroeletrônicos. O projeto estruturador deste polo foi coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e contempla quatro grandes cadeias produtivas: software, biotecnologia, eletroeletrônicos e biocombustíveis. O seu objetivo é ampliar e melhorar a capacidade competitiva dos arranjos produtivos de elevado conteúdo tecnológico, de forma autossustentável, promovendo a qualificação dos setores produtivos.
Atualmente o polo é constituído por mais de 140 empresas, sendo que mais de 50% exportam para 54 países. No total, são produzidos 11 mil itens, com a geração de 9 mil postos de trabalho diretos e indiretos. A receita média do setor ultrapassa os R$ 1,15 bilhão por ano.
Desde 2007, quando foi instituído o projeto estruturador pelo Governo de Minas, foram investidos cerca de R$ 9 milhões por meio da Sectes e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A integração com universidades e centros de pesquisa é um dos pilares para a consolidação do projeto.
O trabalho busca atração de novas empresas; prospecção de novos mercados; reconhecimento da qualidade dos produtos fabricados no Vale da Eletrônica; atualização tecnológica dos produtos e processos das empresas e na capacitação dos sistemas de gestão e criação do núcleo de inteligência competitiva.
Helibras
Outra grande âncora para o desenvolvimento da região será a expansão da fábrica da Helibras, em Itajubá. Em março deste ano, o governador Aécio Neves participou do lançamento das obras de ampliação da fábrica da empresa, que tem o Governo de Minas como sócio, por meio da MGI Participações. Durante a solenidade, o governador anunciou a construção de um aeroporto na cidade, que irá atender as necessidades de infraestrutura em razão da expansão da Helibras, que passará a fabricar o modelo de helicópteros EC 725, que atenderá as Forças Armadas brasileiras e também outros mercados da América do Sul e da África. O investimento na expansão soma R$ 420 milhões. O Governo de Minas detém 25% das ações da empresa e é sócio dos grupos Eurocopter e Bueninvest.
Com a expansão, a Helibras vai duplicar a capacidade de produção da empresa e dobrar também o número de empregos diretos, passando de 300 para 600. A ampliação ocorre em função de um entendimento entre a direção da empresa, o Governo de Minas e o governo federal. O Ministério da Defesa comprará 50 novos helicópteros, no valor de 1,9 bilhão de euros. A expectativa é que as obras de expansão sejam concluídas em um ano e que, dentro de alguns anos, a Helibras produza helicópteros totalmente brasileiros.
Receptividade e Reconhecimento
Antonio Anastasia, Aécio Neves e Itamar Franco foram recebidos por prefeitos e lideranças políticas locais e seguiram em uma grande carreata, formada por mais de 80 carros que seguiu pela avenida Vereador Antonio da Costa Rios, seguindo pela avenida Dr. Lisboa e pela praça Senador José Bento.
Ao longo de todo o percurso, eles foram saudados por um grande número de moradores da cidade, que seguravam bandeiras com os nomes dos candidatos. Anastasia, Aécio e Itamar desembarcaram na rua Duque de Caxias e entraram no Mercado Municipal de Pouso Alegre, cumprimentando diversos eleitores, que a todo momento paravam os candidatos para tirar fotos.
Em frente à Praça Matriz de Bom Jesus Antonio Anastasia, Aécio Neves e Itamar Franco eram aguardados por cerca de 600 pessoas, que gritavam os nomes dos candidatos e entoavam os jingles da campanha.
Os prefeitos da região destacaram que a grande receptividade da população aos candidatos pode ser atribuída ao reconhecimento pelos investimentos que foram realizados na região nos últimos oito anos.
“Conseguimos vários trechos de calçamento na cidade, de asfaltamento, postos de saúde. Cambuí é uma cidade pequena, temos 26 mil habitantes e conseguimos R$ 6 milhões em recursos do governo estadual, enquanto o governo federal não nos deu nada. Sabemos que com ele continuaremos com o progresso de Minas Gerais e no Sul de Minas”, afirmou o prefeito de Cambuí, Benedito Antonio Guimenti (PSDB).
Na região, de acordo com o prefeito de Extrema, Luiz Carlos Bergamin (PSDB), o crescimento econômico é observado em todos os municípios.
“Para a região, o governo de Aécio e Anastasia foi muito importante, principalmente para minha cidade, Extrema, que praticamente dobrou seu PIB e hoje é uma das cidades que mais cresce, mais se desenvolve aqui no Sul de Minas. Então, por que mudar o que está dando certo? Mais do que nunca, Antonio Anastasia, Aécio Neves devem continuar”, afirmou.
“Tive a oportunidade de conhecer o professor Anastasia quando ele era secretário de Planejamento, no primeiro mandato do Aécio Neves. Desde então, fiquei fã do professor Anastasia pela sua humildade, inteligência e capacidade. Mesmo se meu partido estivesse contra sua candidatura, eu estaria apoiando o professor Anastasia”, disse o vice-prefeito de Pouso Alegre, Tony Mariosa (PSB).
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Anastasia reafirma compromisso com revitalização do São Francisco
Em visita a Januária e Pirapora, Anastasia destaca propostas para manter a meta de despoluição do Rio das Velhas, maior afluente do São Francisco; Governador afirma que Estado manterá sua postura contrária à transposição

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, afirmou hoje que os investimentos do Governo de Minas para a revitalização do Rio São Francisco superaram os recursos já aplicados pelo governo federal no rio em toda a sua extensão. Anastasia defendeu que as ações para a recuperação do Velho Chico são mais importantes e urgentes que os projetos do governo federal de transposição das águas. O governador visitou nesta manhã (20/09) os municípios ribeirinhos de Januária e Pirapora, Norte de Minas, junto com os candidatos ao Senado Federal, o ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco.
Até o momento, cerca de R$ 1,4 bilhão do Governo do Estado já foram investidos em ações para a revitalização da bacia do São Francisco e tratamento do esgoto no trecho mineiro. Já o governo federal prevê R$ 1,3 bilhão para obras de revitalização em toda a extensão dos 2,7 mil quilômetros do rio, conforme previsão do PAC.
“Esperem de mim empenho máximo. Estamos com uma prioridade absoluta na revitalização. O São Francisco é um patrimônio de Minas e do Brasil. Somos radicalmente contrários à transposição do rio, mas totalmente favoráveis a sua revitalização. Já aplicamos, na chamada Linha Azul, uma obra que a Copasa faz a favor da Bacia do Rio das Velhas, maior afluente do Rio São Francisco, recursos de mais de um R$ 1 bilhão, maior do que o governo federal aplica. Então essa prioridade continuará e vamos melhorando a qualidade das águas de toda a bacia do São Francisco.
Em 2004, o Governo de Minas assumiu o compromisso de investir na despoluição do Rio das Velhas, o maior afluente do São Francisco. A Meta 2010 (navegar, pescar e nadar no Rio das Velhas) passou a ser um dos projetos estruturadores da gestão Aécio/Anastasia.
Cerca de 60% dos objetivos já foram alcançados. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já confirmaram melhoria da qualidade da água e retorno de peixes em diversos trechos do rio. Em toda a bacia do Rio das Velhas, já são 22 ETEs em operação e 11 estão em obras ou em fase de planejamento. No mês passado, Anastasia e Aécio mergulharam nas águas do rio das Velhas, num trecho despoluído em conseqüência das ações do Governo do Estado.
“O Estado tem uma posição rigorosamente contrária à transposição. Acreditamos que a transposição não vai ter nenhum efeito positivo, vai, na verdade, minar as nossas águas. Estamos acompanhando a situação difícil. Podem ter certeza que a minha posição pessoal, tenho certeza a dos senadores Aécio e Itamar é a mesma, no sentido da defesa intransigente do Rio São Francisco”, afirmou Anastasia.
Plano de Governo
Em agosto deste ano, Antonio Anastasia e Aécio Neves participaram da solenidade de divulgação do balanço da Meta 2010 e do lançamento da Meta 2014 para a revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas. O evento, coordenado pelo Projeto Manuelzão da UFMG, reafirmou o compromisso do Governo do Estado em dar continuidade à revitalização da bacia hidrográfica que abrange 51 municípios.
A Meta 2014 faz parte do Plano de Governo lançado por Antonio Anastasia no início do mês. As propostas do governador para os próximos anos incluem a recuperação de áreas degradadas, proteção às nascentes, regularização ambiental das propriedades rurais da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas e intensificação da Operação Caça-Esgoto na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O Plano de Governo de Anastasia também contempla uma séria de ações para a revitalização de toda a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em território mineiro. Entre elas estão a contenção de processos erosivos, apoio aos municípios no tratamento de esgoto doméstico e aperfeiçoamento da Rede de Monitoramento de Qualidade das Águas Superficiais e de Sedimentos de Bacia.
Apoio popular e de prefeitos
Anastasia, Aécio e Itamar foram recebidos com aplausos no aeroporto de Januária pelo prefeito Maurílio Arruda (PTC) e por várias lideranças de cidades vizinhas, incluindo o presidente da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams), Abelarde Carlos Pimenta. A associação representa cerca de 900 vereadores das 92 cidades que integram a área mineira da Sudene.
Os candidatos participaram de carreata pelas ruas de Januária acompanhados por cerca de 100 carros e dezenas de motos. Ao chegaram à Praça Raul Soares, deram início a uma caminhada e foram cercados por eleitores da cidade que cumprimentaram os candidatos e tiraram várias fotos.
O ex-governador Aécio Neves agradeceu o apoio que vem recebendo da população da região em reconhecimento ao trabalho desenvolvido nos últimos oito anos. Ele disse que a eleição dos candidatos da coligação “Somos Minas Gerais” é fundamental para garantir investimentos para Minas Gerais como o programa Caminhos de Minas, que irá asfaltar 7,6 mil quilômetros de estradas do Estado.
"Cada vez mais, as pessoas, principalmente aqui no Norte mineiro, identificam o governador Anastasia com a nossa ação de governo, mais pessoas tendem a votar em Anastasia. E nós somos um time, que está aqui. Itamar e eu pretendemos estar no Senado ao lado de Anastasia, garantindo investimento para o Caminhos de Minas, porque você sabe que para esses financiamentos externos, eles precisam da aprovação do Senado”, afirmou Aécio Neves.
O prefeito de Januária afirmou que as ações do Governo de Minas nos últimos anos transformaram a realidade do município, com melhoria nas estradas e no bem-estar da população. “Anastasia e Aécio Neves transformaram Januária de uma forma digna, trazendo para nós várias obras estruturantes. Não só o Proacesso, mas o Pró-cidadania, que é trazer para todos um pouco de dignidade de vida, coisa que, infelizmente, há mais de 20 anos Januária estava carente”, afirmou.
O prefeito de Bonito de Minas, José Raimundo Viana (PR), também foi à Januária manifestar apoio à reeleição de Antonio Anastasia. “Anastasia soube juntar a política com a boa administração e é isso que Minas precisa. O Norte tem um povo sofrido e carece de uma administração voltada para as necessidades dessa gente. E Anastasia é o homem que compreende e entende essas necessidades do povo do Norte de Minas”, disse.
O ex-presidente Itamar Franco ressaltou a importância do apoio da população do Norte de Minas e da escolha independente do povo mineiro. “É com muita alegria que a gente retorna aqui, particularmente agora, juntamente com o governador Anastasia e com o governador Aécio, nessa jornada que estamos fazendo, de tentar mostrar ao povo mineiro que nós é que escolhemos os candidatos, não os outros de fora que escolhem o nosso candidato”, disse o ex-presidente.
O comerciante José Luis Olímpio Fontes acompanhou os candidatos em Januária e defendeu a continuidade de Antonio Anastasia à frente do Governo de Minas. “Voto em Anastasia pela competência, inteligência e pelo bom trabalho com o companheiro Aécio. Principalmente no Norte de Minas, temos muito a dever a esse homem que interligou os nossos municípios. Me sinto orgulhoso em votar em Anastasia”, disse.
Conheça o Plano de Governo do governador Antonio Anastasia Propostas e as propostas para o Meio Ambiente no período de 2011 a 2014
http://www.anastasia2010.com.br/plano-de-governo/rede-de-desenvolvimento-sustentavel-e-cidades
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